Estudo do Grupo RBS e ANJ aponta que mídias sociais são incentivadas em 68% das redações

Atualizado às 11h20 de 31/10/2011 A influência das mídias sociais é crescente nas redações brasileiras - sendo incentivada em 68% das redações - e, com isso, traz novas regras para o uso "responsável" das plataformas digitais, aponta pesquisa do Grupo RBS, com colaboração da .

Atualizado em 27/10/2011 às 10:10, por Redação Portal IMPRENSA.



A influência das mídias sociais é crescente nas redações brasileiras - sendo incentivada em 68% das redações - e, com isso, traz novas regras para o uso "responsável" das plataformas digitais, aponta pesquisa do Grupo RBS, com colaboração da .
O estudo, divulgado no encerramento do seminário promovido para discutir ética nas mídias sociais, na última quarta-feira (26), demonstrou que 9% dos veículos de comunicação do País já demitiram algum profissional por causa de comentários "indevidos" nas redes sociais.
A maioria das redações - em torno de 77,5%, segundo o estudo - adota políticas sobre comportamento no mundo virtual. Entretanto, apenas 22,5% têm regras formais, cabendo aos outros 55,5% instrução informal sobre as diretrizes.
Para Ricardo Pedreira, diretor-executivo da ANJ, a ética nas mídias sociais é a mesma que nos meios analógicos. O jornalista Marco Chiaretti afirmou que a profissão sempre foi "um campo minado", mas o diferencial é que agora as notícias se espalham com maior rapidez. Eugênio Bucci, jornalista, professor da USP e diretor do curso de pós-graduação de jornalismo da ESPM, defendeu um modelo de cobrança de conteúdo digital sustentado pela sociedade, e não pela propaganda, a fim de manter a interdependência entre conteúdo e publicidade.
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