Estudo aponta redução de quase 60% dos empregos em jornais nos últimos 26 anos
Os empregos em jornais diminuíram quase 60% nos últimos 26 anos, segundo pesquisa do US Bureau of Labor Statistics. O estudo avaliou as tendências do emprego em mídia no período de 1990 a 2016 e constatou que o número de postos de trabalho em veículos impressos caiu de 458 mil para 183 mil.
Atualizado em 06/06/2016 às 14:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Unidos diminuíram quase 60% nos últimos 26 anos, segundo pesquisa do US Bureau of Labor Statistics. O estudo avaliou as tendências do emprego em mídia no período de 1990 a 2016 e constatou que o número de postos de trabalho em veículos impressos caiu de 458 mil para 183 mil.
Crédito:Reprodução Vagas em jornais impressos cai mais de 60% em 26 anos
Segundo The Guardian , um dos motivos da queda é a ascensão da internet. Enquanto o número de vagas em jornais caiu drasticamente, os empregos ligados à web subiram de 30 mil para 198 mil no período estudado.
As vagas para trabalhar com a internet apresentaram um maior crescimento a partir de 2008, quando o número de pessoas empregadas era de 80 mil. A pesquisa aponta que a área deve atingir rapidamente o número de 240 mil postos de trabalho, mesma quantidade de empregos gerados pelo campo de produção de vídeos e cinema.
Crédito:Reprodução Vagas em jornais impressos cai mais de 60% em 26 anos
Segundo The Guardian , um dos motivos da queda é a ascensão da internet. Enquanto o número de vagas em jornais caiu drasticamente, os empregos ligados à web subiram de 30 mil para 198 mil no período estudado.
As vagas para trabalhar com a internet apresentaram um maior crescimento a partir de 2008, quando o número de pessoas empregadas era de 80 mil. A pesquisa aponta que a área deve atingir rapidamente o número de 240 mil postos de trabalho, mesma quantidade de empregos gerados pelo campo de produção de vídeos e cinema.
Outra indústria afetada pelo crescimento da internet é a de radiodifusão, onde o número de vagas foi reduzido em 27% desde 1990. Editoras de livros e revistas também tiveram que cortar empregos no período, mas o fizeram de forma gradual e menos traumática do que os jornais.





