Estudo aponta que Facebook afeta o cérebro de forma semelhante a cocaína
O Facebook pode ter efeitos parecidos ao vício em cocaína no cérebro. É o que aponta um estudo realizado pelo professor Ofir Turel, da Universidade Estadual da Califórnia, em Fullerton (EUA).
Atualizado em 18/02/2016 às 13:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
ao vício em cocaína no cérebro. É o que aponta um estudo realizado pelo professor Ofir Turel, da Universidade Estadual da Califórnia, em Fullerton (EUA).
Crédito:Reprodução / FacebookDetox De acordo com o site Metro UK, o professor monitorou os cérebros de 20 voluntários e descobriu que um sistema, chamado “amígdala-corpo estriado”, relacionado ao vício em drogas, foi afetado quando essas pessoas viam imagens do Facebook.
Durante os testes da pesquisa, a atividade cerebral dos voluntários mostrou que eles respondem de forma mais rápida a estímulos relacionados à rede social do que a imagens ligadas a sinais de trânsito.
"É assustador quando você pensa sobre isso, uma vez que significa que os usuários podem responder a uma mensagem de Facebook em seu dispositivo móvel antes de reagir às condições de tráfego, caso estejam eles usando a tecnologia enquanto na estrada”, observou Turel.
Apesar do resultado, o sistema inibitório, também relacionado ao vício, parece não ter sido afetado. “Esta é uma boa notícia, uma vez que significa que o comportamento pode ser corrigido com tratamento", destacou.
Crédito:Reprodução / FacebookDetox De acordo com o site Metro UK, o professor monitorou os cérebros de 20 voluntários e descobriu que um sistema, chamado “amígdala-corpo estriado”, relacionado ao vício em drogas, foi afetado quando essas pessoas viam imagens do Facebook.
Durante os testes da pesquisa, a atividade cerebral dos voluntários mostrou que eles respondem de forma mais rápida a estímulos relacionados à rede social do que a imagens ligadas a sinais de trânsito.
"É assustador quando você pensa sobre isso, uma vez que significa que os usuários podem responder a uma mensagem de Facebook em seu dispositivo móvel antes de reagir às condições de tráfego, caso estejam eles usando a tecnologia enquanto na estrada”, observou Turel.
Apesar do resultado, o sistema inibitório, também relacionado ao vício, parece não ter sido afetado. “Esta é uma boa notícia, uma vez que significa que o comportamento pode ser corrigido com tratamento", destacou.





