Estudo afirma que sites de relacionamento tornam pessoas mais acessíveis e sociáveis
Estudo afirma que sites de relacionamento tornam pessoas mais acessíveis e sociáveis
Atualizado em 24/11/2010 às 13:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um estudo da Universidade do estado do Texas (EUA) contribuiu para a descrença do senso-comum de que as redes sociais tornam as pessoas mais introspectivas e menos acessíveis.
Segundo os pesquisadores, sites de relacionamento como o Facebook - que contabiliza mais de meio milhão de usuários - auxiliam de forma peculiar no estabelecimento de laços sociais.
"Nossas descobertas mostraram que o Facebook não está suplantando as interações 'cara a cara' entre amigos, familiares e colegas", disse S.Craig Watkins, professor especializado em mídias que coordenou o estudo. "Na verdade, acreditamos que existam fortes evidencias de que as mídias sociais ofereçam oportunidades para novas expressões de amizade, intimidade e comunidade", acrescenta.
Os pesquisadores entrevistaram novecentos universitários e recém-graduados sobre o modo como eles interagiam com outras pessoas no Facebook.
O estudo mostrou, ainda, segundo informação da Reuters, que homens e mulheres utilizam a rede de formas diferentes. "Existe uma notável diferença no modo como usam uma ferramenta como o Facebook. As mulheres são mais afetuosas e elas estão especialmente interessadas em estabelecer conexões", disse Watkins. "Para os homens, tem função mais funcional", afirmou.
Outra diferença entre os sexos, explica o pesquisador, está nas fotos postadas. As mulheres costumam mostrar imagens de interações sociais em eventos com seus amigos e colegas. Já os homens registram hobbys, eventos culturais e cultura popular.
Watkins pontua que as redes sociais configuram um desafio à inteligência social dos jovens, uma vez que eles têm de adaptar seu comportamento a um círculo de convivência de grandes proporções.
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Segundo os pesquisadores, sites de relacionamento como o Facebook - que contabiliza mais de meio milhão de usuários - auxiliam de forma peculiar no estabelecimento de laços sociais.
"Nossas descobertas mostraram que o Facebook não está suplantando as interações 'cara a cara' entre amigos, familiares e colegas", disse S.Craig Watkins, professor especializado em mídias que coordenou o estudo. "Na verdade, acreditamos que existam fortes evidencias de que as mídias sociais ofereçam oportunidades para novas expressões de amizade, intimidade e comunidade", acrescenta.
Os pesquisadores entrevistaram novecentos universitários e recém-graduados sobre o modo como eles interagiam com outras pessoas no Facebook.
O estudo mostrou, ainda, segundo informação da Reuters, que homens e mulheres utilizam a rede de formas diferentes. "Existe uma notável diferença no modo como usam uma ferramenta como o Facebook. As mulheres são mais afetuosas e elas estão especialmente interessadas em estabelecer conexões", disse Watkins. "Para os homens, tem função mais funcional", afirmou.
Outra diferença entre os sexos, explica o pesquisador, está nas fotos postadas. As mulheres costumam mostrar imagens de interações sociais em eventos com seus amigos e colegas. Já os homens registram hobbys, eventos culturais e cultura popular.
Watkins pontua que as redes sociais configuram um desafio à inteligência social dos jovens, uma vez que eles têm de adaptar seu comportamento a um círculo de convivência de grandes proporções.
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