Estudante de Direito processa Facebook por armazenamento indevido de dados pessoais

Max Schrems, um estudante de Direito de Viena, registrou 22 queixas à Comissão Irlandesa de Proteção de Dados contra o Facebook por armazena

Atualizado em 15/12/2011 às 11:12, por Redação Portal IMPRENSA.

Estudante de Direito processa Facebook por armazenamento indevido de dados pessoais

mento indevido de informações. Seu caso foi divulgado na mídia internacional e obriga a rede social a esclarecer a política de proteção de dados pessoais dos mais de 800 milhões de usuários.
Após requisitar da empresa, na Califórnia, todos as informações referentes à página pessoal, Schrems reuniu uma documentação, com 57 classificações.
O estudante contesta a política de armazenamento de dados, que, segundo ele, é proibida por lei. Para isso, criou o , que acompanha o caso e registra as acusações que faz contra o site.
Em um vídeo no Youtube, o estudante explica a situação e consulta autoridades europeias sobre a legitimidade das ações da rede social. "Imagine se o serviço postal abrir todas as correspondências, fizer uma varredura, analisar e armazenar todo o conteúdo para sempre?", questiona. "É exatamente o que o Facebook faz. Se o serviço postal fizesse isso, todos ficariam indignados".

Veja o vídeo em que explica o caso:

Ele disse que, desde que a empresa abriu um escritório, em Dublin, o Facebook está sujeito às leis europeias de proteção de dados, que são "mais rígidas".


Em resposta ao questionamento da reportagem que produziu o vídeo, a empresa argumentou: "Sobre os relatórios de dados apagados, que às vezes aparecem nos arquivos abaixo, deve-se dizer que provavelmente se tratam, neste caso, de mensagens que foram removidas de um dado lugar, mas que não foram excluídas ou a informação teve de ser mantida por um curto período para investigações".


Com informações da AFP, e do site


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