"Estou onde ninguém quer estar", diz jornalista sobre cobertura no Líbano
Primeiro veículo de comunicação em língua portuguesa no Líbano, o blog Na Segunda a Lú Começa, da jornalista Lú Braga, pauta os mais diversos assuntos sobre o Oriente Médio e se propõe a fazer um intercâmbio de conhecimento.
Atualizado em 31/08/2015 às 14:08, por
Alana Rodrigues*.
língua portuguesa no Líbano, o blog , da jornalista Lú Braga, pauta os mais diversos assuntos sobre o Oriente Médio e se propõe a fazer um intercâmbio de conhecimento.
Trabalhos de responsabilidade social, saúde, esporte, música, fotografia, gastronomia e moda são alguns dos assuntos tratados pela jornalista baseada em Beirute, capital libanesa. Há também um time de colunistas brasileiros, estrangeiros e parcerias na Europa, África e Oriente Médio.
Crédito:Divulgação Jornalista aborda assuntos variados sobre o Oriente Médio
"Estou onde ninguém quer estar. Recebi proposta para viver nos Estados Unidos, mas resolvi driblar os desafios e conquistar o meu espaço no mercado internacional. Respondo com segurança e digo que o Brasil está de olho no mercado árabe e que essa corrente comercial proporcionará oportunidades de grandes negócios", explica.
A ideia do projeto surgiu há três anos. Mas por conta de compromissos profissionais, acabou adiando os planos de empreendedorismo. Com cinco meses no ar, o blog já alcançou um grande público e conexões comerciais entre o Brasil, Oriente Médio e África.
O engajamento da jornalista com a comunidade libanesa teve início na Amazônia. Sem conhecer ninguém, arrumou as malas e decidiu conhecer Rondônia (AM). Lá, pesquisou sobre a presença dos libaneses no Estado e decidiu falar deles. Em abril, mudou-se para Beirute.
A experiência de Lú inclui passagens em rádios, TVs e assessorias no Sudeste e Norte do Brasil. Ela também realizou grandes coberturas, como o terremoto no Chile e Copas, além de promover trabalhos na África, Europa e Índia.
Para Lú Braga, um dos grandes desafios de cobrir o Oriente Médio é viver uma cultura totalmente diferente. Ela relata que ainda cai nas "armadilhas" do comportamento diante dos costumes tradicionais. Outra dificuldade é ser jornalista, mulher e estrangeira.
"Em algumas ocasiões tenho que esconder minha profissão para evitar possíveis confusões e até mesmo por questões de segurança. É um desafio ser blogueira por aqui. Eles não estão acostumados com essa linguagem leve, na primeira pessoa. É um mercado muito novo e que estou desbravando", relata.
Parcerias
A Marinha do Brasil, que está em Missão de Paz no Líbano, decidiu unir o trabalho no país com a jornalista. A parceria rendeu uma exposição fotográfica sobre responsabilidade social, assinada por ela e pelo sargento Percut. Chamada "Assim Vivemos", a mostra será lançada no próximo dia 10, às 19 horas, no Centro Cultural Brasileiro, em Beirute.
A produção reúne 20 imagens que retratam os trabalhos desenvolvidos com o lixo reciclável produzido no navio, levado para asilos. Por meio do projeto. "Recycled ArtWork", são feitas atividades voltadas para terapia ocupacional com os idosos. O material também será exibido no Brasil.
Lú também se dedica a trabalhos voluntários voltados a pacientes com câncer. Em 2013, ela realizou uma nacional de doação de sangue e medula. "Conseguimos ajudar a salvar a vida de um advogado mineiro, que localizou sua doadora de medula óssea no interior de Rondônia. Curado, ele criou a primeira brasileira de doação de sangue", conta.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves.
Trabalhos de responsabilidade social, saúde, esporte, música, fotografia, gastronomia e moda são alguns dos assuntos tratados pela jornalista baseada em Beirute, capital libanesa. Há também um time de colunistas brasileiros, estrangeiros e parcerias na Europa, África e Oriente Médio.
Crédito:Divulgação Jornalista aborda assuntos variados sobre o Oriente Médio
"Estou onde ninguém quer estar. Recebi proposta para viver nos Estados Unidos, mas resolvi driblar os desafios e conquistar o meu espaço no mercado internacional. Respondo com segurança e digo que o Brasil está de olho no mercado árabe e que essa corrente comercial proporcionará oportunidades de grandes negócios", explica.
A ideia do projeto surgiu há três anos. Mas por conta de compromissos profissionais, acabou adiando os planos de empreendedorismo. Com cinco meses no ar, o blog já alcançou um grande público e conexões comerciais entre o Brasil, Oriente Médio e África.
O engajamento da jornalista com a comunidade libanesa teve início na Amazônia. Sem conhecer ninguém, arrumou as malas e decidiu conhecer Rondônia (AM). Lá, pesquisou sobre a presença dos libaneses no Estado e decidiu falar deles. Em abril, mudou-se para Beirute.
A experiência de Lú inclui passagens em rádios, TVs e assessorias no Sudeste e Norte do Brasil. Ela também realizou grandes coberturas, como o terremoto no Chile e Copas, além de promover trabalhos na África, Europa e Índia.
Para Lú Braga, um dos grandes desafios de cobrir o Oriente Médio é viver uma cultura totalmente diferente. Ela relata que ainda cai nas "armadilhas" do comportamento diante dos costumes tradicionais. Outra dificuldade é ser jornalista, mulher e estrangeira.
"Em algumas ocasiões tenho que esconder minha profissão para evitar possíveis confusões e até mesmo por questões de segurança. É um desafio ser blogueira por aqui. Eles não estão acostumados com essa linguagem leve, na primeira pessoa. É um mercado muito novo e que estou desbravando", relata.
Parcerias
A Marinha do Brasil, que está em Missão de Paz no Líbano, decidiu unir o trabalho no país com a jornalista. A parceria rendeu uma exposição fotográfica sobre responsabilidade social, assinada por ela e pelo sargento Percut. Chamada "Assim Vivemos", a mostra será lançada no próximo dia 10, às 19 horas, no Centro Cultural Brasileiro, em Beirute.
A produção reúne 20 imagens que retratam os trabalhos desenvolvidos com o lixo reciclável produzido no navio, levado para asilos. Por meio do projeto. "Recycled ArtWork", são feitas atividades voltadas para terapia ocupacional com os idosos. O material também será exibido no Brasil.
Lú também se dedica a trabalhos voluntários voltados a pacientes com câncer. Em 2013, ela realizou uma nacional de doação de sangue e medula. "Conseguimos ajudar a salvar a vida de um advogado mineiro, que localizou sua doadora de medula óssea no interior de Rondônia. Curado, ele criou a primeira brasileira de doação de sangue", conta.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves.





