Estoque fino

Estoque fino

Atualizado em 14/09/2009 às 19:09, por Ana Ignacio e  da equipe de estagiários.

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ALÉM DE ELIMINAR O PÓ ACUMULADO ANOS A FIO, A DIGITALIZAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA PRESERVAR OS ARQUIVOS E A HISTÓRIA DOS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO

Pouco menos de dez anos atrás, Milton Parron da Rádio Bandeirantes estava circulando no prédio da emissora quando teve uma surpresa. Ao entrar em um banheiro desativado, se deparou com caixas de papelão semiabertas repletas de rolos de fita desenrolados. Quando se deu conta de que essas fitas faziam parte do acervo da rádio, assumiu o trabalho de caçar as demais fitas e montar o Cedom, o Centro de Documentação e Memória da rádio. "Me cortou o coração. Tinha fita por todo lugar e as pessoas nem sabiam disso", lembra Parron, hoje coordenador do Cedom, que atua na recuperação e digitalização dos áudios das gravações. Ações como essas são cada vez mais comuns na imprensa brasileira, que seguiu uma tendência internacional. Em 2005 o New York Times disponibilizou na internet todos os seus números desde sua fundação, em 1851. O Washington Post , o The Wall Street Journal e o Los Angeles Times logo fizeram o mesmo.

Leia a matéria completa na edição 249 de IMPRENSA