Estado Islâmico publica artigo supostamente escrito pelo jornalista britânico John Cantlie
Grupo extremista segue com políticas de comunicação para melhorar imagem diante do mundo. Texto pede que EUA não interfira no Oriente Médio.
Atualizado em 28/11/2014 às 14:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um texto supostamente escrito por um jornalista britânico capturado pelo Estado Islâmico circulou nas redes sociais nesta semana. Os militantes do grupo espalharam a mensagem na internet, na qual John Cantlie pede ao presidente americano Barack Obama o fim da interferência no Oriente Médio. Essa é mais uma medida da organização extremista para melhorar sua imagem no mundo.
Crédito:Reprodução Artigo do jornalista pede para Obama para de intervir na região
Segundo a Rádio Voz da Rússia, o intitulado “Se eu fosse o presidente dos Estados Unidos agora" foi publicado numa revista islamita Dabiq . O inglês já tinha assinado um material no veículo, em outubro, no qual pedia ao governo britânico para negociar a sua libertação.
Na edição deste mês, Cantlie conta o que faria se estivesse no lugar o Obama. “Agora, eu desligaria provavelmente o meu celular, fecharia todas as portas na Sala Oval (da Casa Branca) e começaria a jogar golfe em vez de intervir (nos eventos no Oriente Médio)", afirma neste suposto conteúdo.
Ele comparou ainda as ações do governo americano a um "robô que está constantemente fazendo ações erradas, apesar dos repetidos comandos de seu mestre para fazer tudo ao contrário".
Crédito:Reprodução Artigo do jornalista pede para Obama para de intervir na região
Segundo a Rádio Voz da Rússia, o intitulado “Se eu fosse o presidente dos Estados Unidos agora" foi publicado numa revista islamita Dabiq . O inglês já tinha assinado um material no veículo, em outubro, no qual pedia ao governo britânico para negociar a sua libertação.
Na edição deste mês, Cantlie conta o que faria se estivesse no lugar o Obama. “Agora, eu desligaria provavelmente o meu celular, fecharia todas as portas na Sala Oval (da Casa Branca) e começaria a jogar golfe em vez de intervir (nos eventos no Oriente Médio)", afirma neste suposto conteúdo.
Ele comparou ainda as ações do governo americano a um "robô que está constantemente fazendo ações erradas, apesar dos repetidos comandos de seu mestre para fazer tudo ao contrário".





