Estado Islâmico amplia alcance de mensagens com complexa estrutura de comunicação
Com uma complexa estrutura de comunicação, o grupo radical Estado Islâmico (EI) passou a expandir o alcance de suas mensagens, divulgadas em vídeos de decapitação e destruição do patrimônio histórico na Síria e no Iraque.
Atualizado em 01/02/2016 às 14:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
comunicação, o grupo radical (EI) passou a expandir o alcance de suas mensagens, divulgadas em vídeos de decapitação e destruição do patrimônio histórico na Síria e no Iraque.
Crédito:Wikimedia commons Expansão de comunicação ajuda recrutamento do Estado Islâmico
Segundo a Folha de S.Paulo , um relatório apresentado à Organização das Nações Unidas (ONU) pelo pesquisador espanhol Javier Lesaca calcula que os jihadistas tenham publicado mais de 920 campanhas audiovisuais em 22 meses, com o trabalho de 33 diferentes produtoras.
O especialista em contraterrorismo Daveed Gartenstein-Ross, avalia que os militantes provocam mais danos no Twitter, uma vez que atingem uma grande audiência que não necessariamente possui afinidade com o terrorismo. Estima-se que o EI controle 100 mil contas na rede social.
"Em outros lugares, eles falam a pessoas que já estão interessadas em suas mensagens", explica. "No Twitter, podem interagir com pessoas que nem são simpatizantes", acrescenta.
Líderes das ações contraterrorismo discutem sobre a escolha de deletar os perfis, já que impediria o rastreamento deles. Grupos como o Ghost Security, ligado ao coletivo de hackers Anonymous, unem-se para rastrear e atacar as contas do EI.
"É verdade que o número de contas é astronômico, e é impossível remover todas", destaca o usuário Katronux, que não revela seu nome real. "Parte do nosso objetivo é identificar ataques em potencial e impedi-los", explica.
Além das redes sociais, outro meio de comunicação do grupo radical é a revista Dabiq . "Trata-se da peça mais ampla e influente da propaganda do EI", observa o analista de segurança nacional Ryan Mauro, ligado ao projeto Clarion de contraterrorismo.
Crédito:Wikimedia commons Expansão de comunicação ajuda recrutamento do Estado Islâmico
Segundo a Folha de S.Paulo , um relatório apresentado à Organização das Nações Unidas (ONU) pelo pesquisador espanhol Javier Lesaca calcula que os jihadistas tenham publicado mais de 920 campanhas audiovisuais em 22 meses, com o trabalho de 33 diferentes produtoras.
O especialista em contraterrorismo Daveed Gartenstein-Ross, avalia que os militantes provocam mais danos no Twitter, uma vez que atingem uma grande audiência que não necessariamente possui afinidade com o terrorismo. Estima-se que o EI controle 100 mil contas na rede social.
"Em outros lugares, eles falam a pessoas que já estão interessadas em suas mensagens", explica. "No Twitter, podem interagir com pessoas que nem são simpatizantes", acrescenta.
Líderes das ações contraterrorismo discutem sobre a escolha de deletar os perfis, já que impediria o rastreamento deles. Grupos como o Ghost Security, ligado ao coletivo de hackers Anonymous, unem-se para rastrear e atacar as contas do EI.
"É verdade que o número de contas é astronômico, e é impossível remover todas", destaca o usuário Katronux, que não revela seu nome real. "Parte do nosso objetivo é identificar ataques em potencial e impedi-los", explica.
Além das redes sociais, outro meio de comunicação do grupo radical é a revista Dabiq . "Trata-se da peça mais ampla e influente da propaganda do EI", observa o analista de segurança nacional Ryan Mauro, ligado ao projeto Clarion de contraterrorismo.





