Estadão é processado por compadre de Lula
Estadão é processado por compadre de Lula
Atualizado em 11/08/2005 às 13:08, por
Thaís Naldoni.
Por
O jornal O Estado de S. Paulo está sendo acionado na justiça - por danos morais - pelo advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Teixeira pede 30% do valor da venda nacional das edições de 28 a 31 de julho deste ano, nas quais o jornal relembrou notícias veiculadas em 1995, quando Lula foi avisado pelo economista Paulo de Tarso Venceslau - na época secretário de Finanças da prefeitura de São José dos Campos - sobre um esquema de arrecadação ilícita nas prefeituras petistas do estado de São Paulo.
De acordo com informações de Paulo de Tarso, publicadas pelo jornal, Roberto Teixeira seria o operador do esquema. Pelo processo, são acionados, além do O Estado de S.Paulo , os repórteres Luiz Maklouf Carvalho e João Domingos, e Paulo de Tarso Venceslau. Na ação, Teixeira pede ainda, que o jornal deixe de fazer qualquer referência à relação de compadrio entre ele e Lula.
Segundo Paulo de Tarso, esta não é a primeira vez que Roberto Teixeira o processa. "Ele já me processou uma vez e perdeu, chegou a ser, inclusive, condenado a pagar as custas do processo", conta. Para o economista, o processo é improcedente, já que um relatório elaborado pelo próprio Diretório Nacional do PT e assinado por Paulo Singer, Hélio Bicudo e José Eduardo M. Cardoso comprovou tudo o que foi dito por ele. "Este relatório foi assinado por pessoas de extrema competência, de dentro do próprio Diretório Nacional do partido", salienta.
Venceslau finaliza afirmando estranhar o fato de Teixeira exigir no processo, que o Estadão não cite seu compadrio com Lula. "Acho curioso ele, que tanto se beneficiou deste compadrio com Lula, agora o renegue", disse.

O jornal O Estado de S. Paulo está sendo acionado na justiça - por danos morais - pelo advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Teixeira pede 30% do valor da venda nacional das edições de 28 a 31 de julho deste ano, nas quais o jornal relembrou notícias veiculadas em 1995, quando Lula foi avisado pelo economista Paulo de Tarso Venceslau - na época secretário de Finanças da prefeitura de São José dos Campos - sobre um esquema de arrecadação ilícita nas prefeituras petistas do estado de São Paulo.
De acordo com informações de Paulo de Tarso, publicadas pelo jornal, Roberto Teixeira seria o operador do esquema. Pelo processo, são acionados, além do O Estado de S.Paulo , os repórteres Luiz Maklouf Carvalho e João Domingos, e Paulo de Tarso Venceslau. Na ação, Teixeira pede ainda, que o jornal deixe de fazer qualquer referência à relação de compadrio entre ele e Lula.
Segundo Paulo de Tarso, esta não é a primeira vez que Roberto Teixeira o processa. "Ele já me processou uma vez e perdeu, chegou a ser, inclusive, condenado a pagar as custas do processo", conta. Para o economista, o processo é improcedente, já que um relatório elaborado pelo próprio Diretório Nacional do PT e assinado por Paulo Singer, Hélio Bicudo e José Eduardo M. Cardoso comprovou tudo o que foi dito por ele. "Este relatório foi assinado por pessoas de extrema competência, de dentro do próprio Diretório Nacional do partido", salienta.
Venceslau finaliza afirmando estranhar o fato de Teixeira exigir no processo, que o Estadão não cite seu compadrio com Lula. "Acho curioso ele, que tanto se beneficiou deste compadrio com Lula, agora o renegue", disse.






