Estadão assume liderança de ranking de jornais impressos com maior tiragem, diz IVC
Dados do IVC (Instituto Verificador de Comunicação) divulgados esta semana revelam que, na comparação entre dezembro de 2020 e maio de 2021,o Estadão assumiu a primeira posição em tiragem impressa no Brasil, com média de 76.
Atualizado em 24/06/2021 às 18:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
416 exemplares por dia. O Globo ficou em segundo lugar. Apesar de encabeçarem a lista, os dois veículos registraram quedas de 4,9% e 6,9%.
No mesmo período, 10 dos principais jornais diários brasileiros registraram queda de 12% em circulação impressa diária. Segundo o instituto, foram 384.498 exemplares por dia em maio de 2020 frente a 437.969 em dezembro de 2020. Crédito:Reprodução
Com formato de tabloide, temática popular e circulação em Belo Horizonte (MG), o Super Notícia que registrou o maior recuo de tiragem. O título deixou de liderar o ranking de maior tiragem impressa do país e caiu para o terceiro lugar.
Já a circulação digital dos principais jornais do Brasil cresceu 3,3%, com os 10 principais jornais do país somando mais de 1 milhão de assinaturas. Os líderes em assinaturas digitais se mantiveram os mesmos de dezembro: Folha, Globo, Estadão e Valor, que registraram altas de 6,1%, 7,9%, 1,8% e 6,5%.
A maior alta no número de assinaturas digitais no período foi do jornal A Tarde, que avançou de 35.816 assinaturas digitais para mais de 40 mil. A pior queda, no digital e no impresso, foi do Super Notícia. O título tinha 39.261 assinaturas em dezembro e agora tem 24.255, recuo de quase 40%.
No ranking de circulação total, o número de exemplares (digitais e impressos) registrou queda de 1,4% e o Globo assumiu a liderança, com média de 357.125 exemplares. O título da família Marinho ultrapassou a Folha (354.958), que encabeçava o ranking até o ano passado.
No mesmo período, 10 dos principais jornais diários brasileiros registraram queda de 12% em circulação impressa diária. Segundo o instituto, foram 384.498 exemplares por dia em maio de 2020 frente a 437.969 em dezembro de 2020. Crédito:Reprodução
Com formato de tabloide, temática popular e circulação em Belo Horizonte (MG), o Super Notícia que registrou o maior recuo de tiragem. O título deixou de liderar o ranking de maior tiragem impressa do país e caiu para o terceiro lugar.
Já a circulação digital dos principais jornais do Brasil cresceu 3,3%, com os 10 principais jornais do país somando mais de 1 milhão de assinaturas. Os líderes em assinaturas digitais se mantiveram os mesmos de dezembro: Folha, Globo, Estadão e Valor, que registraram altas de 6,1%, 7,9%, 1,8% e 6,5%.
A maior alta no número de assinaturas digitais no período foi do jornal A Tarde, que avançou de 35.816 assinaturas digitais para mais de 40 mil. A pior queda, no digital e no impresso, foi do Super Notícia. O título tinha 39.261 assinaturas em dezembro e agora tem 24.255, recuo de quase 40%.
No ranking de circulação total, o número de exemplares (digitais e impressos) registrou queda de 1,4% e o Globo assumiu a liderança, com média de 357.125 exemplares. O título da família Marinho ultrapassou a Folha (354.958), que encabeçava o ranking até o ano passado.





