Esposa de Eduardo Cunha, jornalista Claudia Cruz segue processada na Lava Jato
O juiz federal Sérgio Moro afirmou que não há cerceamento da defesa da jornalista Cláudia Cruz, denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF), no âmbito da Operação Lava Jato, e negou o pedido dos advogados para rejeitar a denúncia do órgão.
Atualizado em 02/08/2016 às 11:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
afirmou que não há cerceamento da defesa da jornalista , denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF), no âmbito da Operação Lava Jato, e negou o pedido dos advogados para rejeitar a denúncia do órgão.
De acordo com o G1, Moro contestou os argumentos de que os defensores não tiveram acesso completo às provas e depoimentos que a incriminariam, já que foram obtidas junto às autoridades da Suíça. Crédito:Reprodução Jornalista Cláudia Cruz segue processada na Operação Lava Jato
Segundo o Ministério Público Federal, a jornalista foi beneficiada de parte do valor de uma propina de aproximadamente US$ 1,5 milhão recebida pelo seu marido, o deputado afastado Eduardo Cunha. Os procuradores apontam que ela cometeu os crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
No despacho do processo, o juiz agendou as primeiras audiências, com depoimentos das testemunhas de acusação. As oitivas devem ocorrer a partir do dia 26 de agosto. Em seguida, as testemunhas de defesa devem depor.
De acordo com o G1, Moro contestou os argumentos de que os defensores não tiveram acesso completo às provas e depoimentos que a incriminariam, já que foram obtidas junto às autoridades da Suíça. Crédito:Reprodução Jornalista Cláudia Cruz segue processada na Operação Lava Jato
Segundo o Ministério Público Federal, a jornalista foi beneficiada de parte do valor de uma propina de aproximadamente US$ 1,5 milhão recebida pelo seu marido, o deputado afastado Eduardo Cunha. Os procuradores apontam que ela cometeu os crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
No despacho do processo, o juiz agendou as primeiras audiências, com depoimentos das testemunhas de acusação. As oitivas devem ocorrer a partir do dia 26 de agosto. Em seguida, as testemunhas de defesa devem depor.





