Especialista americano é contra o bloqueio de redes sociais durante conflitos
Em visita ao Reino Unido na última terça-feira (11), o "superpolicial" americano Bill Bratton disse não concordar com a ideia de bloquear os serviços de mídia social em períodos de inquietação civil.
Policias e políticos alegam que as ações dos manifestantes são coordenadas por serviços de mensagens instantâneas, como aconteceu durante os distúrbios que tomaram o Reino Unido em agosto. Após isso, o governo passou a considerar a possibilidade de bloquear os serviços de redes sociais em caso de futuros conflitos.
No entanto, Bratton é contra essa medida, e afirma que ela teria impacto negativo sobre as "boas pessoas". "Temos o potencial de causar choque ainda mais crítico a toda a comunidade", disse ele a um comitê parlamentar britânico.
Bratton afirmou que as redes sociais podem ser usadas a favor das autoridades, alertando o público sobre os pontos de conflito. Ele ainda vai se reunir com o primeiro-ministro britânico David Cameron e com a secretária do Interior Theresa May, e participará de uma conferência para falar sobre sua experiência com a repressão à violência das gangues de Los Angeles, quando ganhou o apelido de "superpolicial".
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