Especial online aborda a visão paterna sobre a microcefalia
“Em nome do pai, do filho, de um amor contido. Em nome da face silenciada da epidemia do zika vírus e do fenômeno dos bebês com microcefaliano Brasil, nove homens revelam como foram concebidos e nasceram de novo.
Atualizado em 12/08/2016 às 11:08, por
Gabriela Ferigato.
Como choram, vivem, sofrem, sonham. Julgam e são julgados enquanto respiram imersos em uma tragédia familiar”.
Essa é a essência do projeto . Criado por seis profissionais, o especial online traz depoimentos em vídeos de nove pais de bebês com microcefalia. De acordo com a repórter Silvia Bessa, coautora da iniciativa, ela e uma equipe publicaram um especial no jornal Diário de Pernambuco, em fevereiro deste ano, sobre o zika vírus, a microcefalia e a ameaça mundial.
Crédito:reprodução Vencedor do prêmio “Cristina Tavares de Jornalismo”, na categoria “Séries e Cadernos Especiais”, o material teve a preocupação de dedicar uma página inteira aos pais. O fotógrafo Rafael Martins sugeriu ampliar o tema e Alice de Souza comprou a ideia da pauta e iniciou a execução. Silvia propôs transformar a matéria em um projeto de reportagem especial online. O projeto é formado também por Alice de Souza (reportagem e produção), Jaíne Cintra (editora-chefe de multimídia, abertura e finalização), Rafael Marinho (edição de imagens) e Bosco (web).
“É um trabalho jornalístico testemunhal diferenciado ao abordar um viés que nem sempre sai na mídia, porque homens nem sempre são protagonistas de tragédias familiares assim, mas têm muito a dizer. Temos depoimentos de pais, padrasto, avô e bisavô, o que dá complexidade ao olhar sobre os pais”, diz Silvia, que cuidou também da roteirização e edição de textos.
“Filipe não aceitou o diagnóstico da filha – reconhece. O primeiro questionamento que fez foi a Deus. Reclamou, inconformado, o destino. Quando resolveu sair da depressão na qual se encontrava, sofrido com a notícia de que a filha Graziella Vitória tinha microcefalia, fez mais não só por ele. Filipe fundou o grupo de Whatsapp União de Pais de Anjos, o Upa, para que pais possam se comunicar, trocar experiências e ajudas. Fez a diferença nas dependências hospitalares, onde homens se encontram entre uma consulta e outra de seus filhos”. O depoimento de Filipe Souza, 29 anos, e de outros oito homens podem ser vistos no Filipe Souza, 29 anos, um dos nove homens que fazem parte do projeto "Em nome do pai"
Essa é a essência do projeto . Criado por seis profissionais, o especial online traz depoimentos em vídeos de nove pais de bebês com microcefalia. De acordo com a repórter Silvia Bessa, coautora da iniciativa, ela e uma equipe publicaram um especial no jornal Diário de Pernambuco, em fevereiro deste ano, sobre o zika vírus, a microcefalia e a ameaça mundial.
Crédito:reprodução Vencedor do prêmio “Cristina Tavares de Jornalismo”, na categoria “Séries e Cadernos Especiais”, o material teve a preocupação de dedicar uma página inteira aos pais. O fotógrafo Rafael Martins sugeriu ampliar o tema e Alice de Souza comprou a ideia da pauta e iniciou a execução. Silvia propôs transformar a matéria em um projeto de reportagem especial online. O projeto é formado também por Alice de Souza (reportagem e produção), Jaíne Cintra (editora-chefe de multimídia, abertura e finalização), Rafael Marinho (edição de imagens) e Bosco (web).
“É um trabalho jornalístico testemunhal diferenciado ao abordar um viés que nem sempre sai na mídia, porque homens nem sempre são protagonistas de tragédias familiares assim, mas têm muito a dizer. Temos depoimentos de pais, padrasto, avô e bisavô, o que dá complexidade ao olhar sobre os pais”, diz Silvia, que cuidou também da roteirização e edição de textos.
“Filipe não aceitou o diagnóstico da filha – reconhece. O primeiro questionamento que fez foi a Deus. Reclamou, inconformado, o destino. Quando resolveu sair da depressão na qual se encontrava, sofrido com a notícia de que a filha Graziella Vitória tinha microcefalia, fez mais não só por ele. Filipe fundou o grupo de Whatsapp União de Pais de Anjos, o Upa, para que pais possam se comunicar, trocar experiências e ajudas. Fez a diferença nas dependências hospitalares, onde homens se encontram entre uma consulta e outra de seus filhos”. O depoimento de Filipe Souza, 29 anos, e de outros oito homens podem ser vistos no Filipe Souza, 29 anos, um dos nove homens que fazem parte do projeto "Em nome do pai"





