Especial: 07/04 -DIA DO JORNALISTA: Catarina Hong

Especial: 07/04 -DIA DO JORNALISTA: Catarina Hong

Atualizado em 07/04/2006 às 18:04, por Thaís Naldoni.

Por
Foto: Paulo Figueiredo/Record - Itterashai, Catarina!


Com apenas 26 anos de idade e sem ter fluência em japonês, a jornalista Catarina Hong - descendente de coreanos - abraçou o desafio de ser correspondente do "Jornal da Record" no Japão. Catarina pertence a uma geração de jovens jornalistas que, munida apenas de paixão pelo ofício e de abertura às oportunidades, abraça a profissão como uma causa, disposta a oferecer muito mais pelas redações do que as redações podem oferecer a elas. Com esse espírito, Catarina Hong aceitou os desafios que a esperam a milhares e milhares de milhas.

Em junho do ano passado, o imperador japonês Akihito e a imperatriz Michiko visitaram Saipan, uma ilha de possessão norte-americana cravada em meio ao arquipélago das Marianas, no Pacífico. O vôo da corte entre o Japão e Saipan durou algumas horas, mas representou um salto nas relações entre o Japão e vários de seus vizinhos, amargadas durante todo o século XX, em especial durante a ocupação japonesa na região continental e na II Guerra, quando os japoneses foram acusados de cometer atrocidades, em especial contra os coreanos.

Enquanto Akihito e Michiko ouviam os dramáticos relatos de guerra e esboçavam desculpas aos coreanos que vivem na ilha, uma jovem jornalista, descendente de coreanos imigrantes em São Paulo, sequer imaginava que poderia, em breve, tornar-se correspondente na capital japonesa.

Catarina Hong, essa jovem jornalista, pertence a uma geração de profissionais que obrigatoriamente passa pelas faculdades de comunicação. Sua formação primeira se dá nos livros e nas aulas. Depois, na rua.

Leia matéria completa na edição 211 (abril) de IMPRENSA