Espanha pagou dez milhões de euros para libertar jornalistas sequestrados na Síria
A libertação de três jornalistas espanhóis sequestrados na Síria por quase um ano custou cerca de dez milhões de euros aos cofres da Espanha.
Atualizado em 17/05/2016 às 19:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Síria por quase um ano custou cerca de dez milhões de euros aos cofres da Espanha. Os profissionais foram capturados pela Frente Al-Nusra, grupo filiado à Al Qaeda, em julho de 2015, quando entravam no país pela fronteira com a Turquia.
Crédito:Reprodução Governo espanhol pagou para libertar os jornalistas
Segundo o jornal espanhol La Vanguardia , o governo do país europeu contou com ajuda da Turquia e do Qatar nas negociações que resultaram na libertação de Antonio Pampliega, José Manuel Lopez e Angel Sastre
A Síria foi considerada o lugar mais perigoso para se exercer o jornalismo, segundo relatório da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Sete jornalistas espanhóis já foram sequestrados no país durante o exercício da profissão.
Crédito:Reprodução Governo espanhol pagou para libertar os jornalistas
Segundo o jornal espanhol La Vanguardia , o governo do país europeu contou com ajuda da Turquia e do Qatar nas negociações que resultaram na libertação de Antonio Pampliega, José Manuel Lopez e Angel Sastre
A Síria foi considerada o lugar mais perigoso para se exercer o jornalismo, segundo relatório da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Sete jornalistas espanhóis já foram sequestrados no país durante o exercício da profissão.
A nação conta com números assustadores para os comunicadores. Em 2014 foram 27 profissionais sequestrados e 15 mortos. Em 2013, mais da metade dos sequestros de jornalistas aconteceram neste país.





