Escola suspende funcionária por fazer comentários sobre alunos no Facebook
Escola suspende funcionária por fazer comentários sobre alunos no Facebook
Atualizado em 08/06/2009 às 15:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após ter feito comentários sobre o comportamento dos alunos através da rede social Facebook, uma funcionária de uma escola na Grã-bretanha foi suspensa e está sem receber salários há mais de dois meses.
A mulher identificada como Sra M., de 35 anos, que trabalhava como supervisora da Humberston Comprehensive School, aguarda o resultado de uma investigação que poderá resultar em sua demissão, segundo informações do site Register.
Ela fez observações sobre uma conversa com um dos professores da escola, que tinha se queixado de comportamento de um aluno do 8º ano. A funcionária escreveu em sua página: "E, a propósito, [alunos do] 8g1 são tão maus como [alunos do] 8g2, e é assim que eu termino o meu dia hoje LOL".
O professor que havia se queixado dos alunos, no entanto, não foi suspenso, sofreu apenas medidas disciplinares previstas no regimento da instituição de ensino, que também proibiu a funcionária de comentar o caso até a audiência que decidirá sobre sua permanência no quadro de empregados.
Segundo informações do portal G1, não se sabe como a conversa na rede social foi entregue às autoridades escolares, mas, no último dia 2 de abril, a mulher foi informada de sua suspensão, segundo a escola, devido ao fato de estar contribuindo "potencialmente para levar a escola ao descrédito".
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A mulher identificada como Sra M., de 35 anos, que trabalhava como supervisora da Humberston Comprehensive School, aguarda o resultado de uma investigação que poderá resultar em sua demissão, segundo informações do site Register.
Ela fez observações sobre uma conversa com um dos professores da escola, que tinha se queixado de comportamento de um aluno do 8º ano. A funcionária escreveu em sua página: "E, a propósito, [alunos do] 8g1 são tão maus como [alunos do] 8g2, e é assim que eu termino o meu dia hoje LOL".
O professor que havia se queixado dos alunos, no entanto, não foi suspenso, sofreu apenas medidas disciplinares previstas no regimento da instituição de ensino, que também proibiu a funcionária de comentar o caso até a audiência que decidirá sobre sua permanência no quadro de empregados.
Segundo informações do portal G1, não se sabe como a conversa na rede social foi entregue às autoridades escolares, mas, no último dia 2 de abril, a mulher foi informada de sua suspensão, segundo a escola, devido ao fato de estar contribuindo "potencialmente para levar a escola ao descrédito".
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