Equipe do "Voz das Comunidades" é detida durante cobertura de remoção no RJ
O fundador e editor-chefe do jornal Voz das Comunidades, Rene Silva e o fotógrafo Renato Moura foram presos pela Polícia Militar e encaminha
Atualizado em 03/10/2016 às 13:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Atualizada às 13h42
dos para a 45DP (Alemão) no último sábado (1/10), acusados de desacato e desobediência.
Crédito: Mídia Ninja Fundador e editor-chefe do jornal Voz das Comunidades, Rene Silva, é detido por desacato e desobediência
De acordo com o veículo, os profissionais cobriam a remoção da Favelinha da Skol, localizada na Avenida Itaóca, parte baixa do Complexo do Alemão, quando se negaram a desligar os equipamentos que registravam a ação.
"Um dos policiais arrancou o celular da minha mão e eu fui atrás, nesse momento ele me deu voz de prisão por estar desobedecendo ordem. Nisso, fui algemado e levado para a delegacia. Ainda no carro, pediram meu celular novamente, que já estavam com eles", contou Silva, após ser liberado.
O Voz das Comunidades denunciou a prisão da equipe ao vivo em sua página no Facebook. O veículo informou ainda que reação truculenta da polícia será denunciada.
Em nota de repúdio, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) afirmou que “é extremamente grave que a Polícia Militar do Rio de Janeiro tenha atentado contra a liberdade de imprensa e violentado o direito à informação. O equipamento de um jornalista nunca pode ser apreendido, sob nenhuma hipótese. A vida de um profissional de comunicação não pode ser colocada em risco. São práticas inaceitáveis em um Estado democrático”. O órgão pediu ainda “a identificação dos responsáveis por tais violações e a aplicação da punição adequada. A impunidade apenas serve de endosso a ilegalidades como essas”.
dos para a 45DP (Alemão) no último sábado (1/10), acusados de desacato e desobediência.
Crédito: Mídia Ninja Fundador e editor-chefe do jornal Voz das Comunidades, Rene Silva, é detido por desacato e desobediência
De acordo com o veículo, os profissionais cobriam a remoção da Favelinha da Skol, localizada na Avenida Itaóca, parte baixa do Complexo do Alemão, quando se negaram a desligar os equipamentos que registravam a ação.
"Um dos policiais arrancou o celular da minha mão e eu fui atrás, nesse momento ele me deu voz de prisão por estar desobedecendo ordem. Nisso, fui algemado e levado para a delegacia. Ainda no carro, pediram meu celular novamente, que já estavam com eles", contou Silva, após ser liberado.
O Voz das Comunidades denunciou a prisão da equipe ao vivo em sua página no Facebook. O veículo informou ainda que reação truculenta da polícia será denunciada.
Em nota de repúdio, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) afirmou que “é extremamente grave que a Polícia Militar do Rio de Janeiro tenha atentado contra a liberdade de imprensa e violentado o direito à informação. O equipamento de um jornalista nunca pode ser apreendido, sob nenhuma hipótese. A vida de um profissional de comunicação não pode ser colocada em risco. São práticas inaceitáveis em um Estado democrático”. O órgão pediu ainda “a identificação dos responsáveis por tais violações e a aplicação da punição adequada. A impunidade apenas serve de endosso a ilegalidades como essas”.





