Equipe da RedeTV! Rondônia é agredida por detentos em Porto Velho (RO)
O repórter Rosinaldo Guedes e o cinegrafista Joás Ferreira, do programa "Plantão de Polícia", da RedeTV! Rondônia, foram agredidospor detentos do semiaberto Colônia Agrícola Penal Ênio Pinheiro, em Porto Velho (RO), enquanto faziam uma reportagem sobre um incêndio no local, na última segunda-feira (11/1).
Atualizado em 12/01/2016 às 10:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
o cinegrafista Joás Ferreira, do programa "Plantão de Polícia", da RedeTV! Rondônia, foram agredidos por detentos do semiaberto Colônia Agrícola Penal Ênio Pinheiro, em Porto Velho (RO), enquanto faziam uma reportagem sobre um incêndio no local, na última segunda-feira (11/1).
A dupla foi atingida por socos e pontapés. Um dos presos pegou o microfone do jornalista e jogou contra ele. Em seguida, os profissionais tentaram sair do local e foram agredidos com pedradas. Os detentos também apedrejaram o carro da equipe, que ficou danificado.
Após o incidente, Guedes e Ferreira foram levados a um hospital particular, onde foram atendidos e liberados. Ambos registraram um boletim de ocorrência no 2º DP. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Os presos atearam fogo no local após serem impedidos de sair sem a pulseira de monitoramento. O incêndio destruiu todas as celas da unidade, mas ninguém se feriu. Uma decisão publicado em 3 de novembro do ano passado determina que os apenados que saírem da Colônia Agrícola Penal devem ser monitorados eletronicamente por tornozeleiras.
Assista ao vídeo:
A dupla foi atingida por socos e pontapés. Um dos presos pegou o microfone do jornalista e jogou contra ele. Em seguida, os profissionais tentaram sair do local e foram agredidos com pedradas. Os detentos também apedrejaram o carro da equipe, que ficou danificado.
Após o incidente, Guedes e Ferreira foram levados a um hospital particular, onde foram atendidos e liberados. Ambos registraram um boletim de ocorrência no 2º DP. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Os presos atearam fogo no local após serem impedidos de sair sem a pulseira de monitoramento. O incêndio destruiu todas as celas da unidade, mas ninguém se feriu. Uma decisão publicado em 3 de novembro do ano passado determina que os apenados que saírem da Colônia Agrícola Penal devem ser monitorados eletronicamente por tornozeleiras.
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