Equipe da CNN é proibida de continuar transmissão na Crimeia
Anna Coren, correspondente da rede CNN na Crimeia, república autônoma da Ucrânia, denunciou na última quinta-feira (6/3) que os responsáveis de seu hotel, usado pela emissora para as transmissões sobre a crise no país, exigiram que ela interrompesse suas atividades sob ameaça de expulsão do local.
Atualizado em 07/03/2014 às 10:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
CNN na Crimeia, república autônoma da Ucrânia, denunciou na última quinta-feira (6/3) que os responsáveis de seu hotel, usado pela emissora para as transmissões sobre a crise no país, exigiram que ela interrompesse suas atividades sob ameaça de expulsão do local.
Crédito:Reprodução Jornalista revela que foi proibida de fazer reportagens na Crimeia
"Realmente é muito estranho. Há algumas horas o diretor do nosso hotel nos disse que tínhamos que interromper as transmissões e desmontar nosso equipamento, caso contrário nos expulsariam. Perguntamos o motivo, mas não nos disseram. É muito incomum, basicamente nos disseram que parássemos de gravar ou nos expulsariam", explicou a correspondente.
Segundo a agência EFE, a jornalista disse que ela e sua equipe têm o "pressentimento" de que os proprietários do hotel receberam pressões da milícia local ou do novo governo, qualificado como pró-russo. A correspondente relatou que quando algumas pessoas descobrem que eles são da CNN, uma emissora americana conhecida no mundo todo, consideram sua presença "um alto grau de hostilidade".
O presidente dos EUA, Barack Obama, informou por telefone ao seu colega russo, Vladimir Putin, quais serão as sanções tomadas como resposta à intervenção militar na região. Ele também disse que ainda existe um caminho para solucionar a crise na Ucrânia por vias "diplomáticas", em comunicado.
O diálogo ocorreu depois que o presidente americano pronunciou uma declaração na manhã da última quinta-feira (6/3) em que negou, por considerar "ilegal", o referendo que os responsáveis pró-russos na península da Crimeia querem promover para confirmar seu apoio à Federação Russa.
Crédito:Reprodução Jornalista revela que foi proibida de fazer reportagens na Crimeia
"Realmente é muito estranho. Há algumas horas o diretor do nosso hotel nos disse que tínhamos que interromper as transmissões e desmontar nosso equipamento, caso contrário nos expulsariam. Perguntamos o motivo, mas não nos disseram. É muito incomum, basicamente nos disseram que parássemos de gravar ou nos expulsariam", explicou a correspondente.
Segundo a agência EFE, a jornalista disse que ela e sua equipe têm o "pressentimento" de que os proprietários do hotel receberam pressões da milícia local ou do novo governo, qualificado como pró-russo. A correspondente relatou que quando algumas pessoas descobrem que eles são da CNN, uma emissora americana conhecida no mundo todo, consideram sua presença "um alto grau de hostilidade".
O presidente dos EUA, Barack Obama, informou por telefone ao seu colega russo, Vladimir Putin, quais serão as sanções tomadas como resposta à intervenção militar na região. Ele também disse que ainda existe um caminho para solucionar a crise na Ucrânia por vias "diplomáticas", em comunicado.
O diálogo ocorreu depois que o presidente americano pronunciou uma declaração na manhã da última quinta-feira (6/3) em que negou, por considerar "ilegal", o referendo que os responsáveis pró-russos na península da Crimeia querem promover para confirmar seu apoio à Federação Russa.





