Equador reitera apoio e proteção a Julian Assange, fundador do WikiLeaks
O ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, assegurou que seu governo seguirá protegendo o fundador do WikiLeaks, Julian
Atualizado em 26/12/2013 às 17:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Assange, asilado na embaixada do país em Londres, desde junho do ano passado.
Crédito:Divulgação Equador assegurou proteção a Julian Assange
De acordo com Agência Prensa Latina, em um comunicado enviado a Assange por meio da emissora local, o ministro disse que manterá a proteção do jornalista australiano, pois acredita que é um direito protegê-lo, bem como sua libertação e a liberdade de expressão.
Após enviar uma fraterna saudação ao homem que revelou milhares de arquivos diplomáticos secretos dos Estados Unidos, o chanceler disse que espera que a Suécia aceite a proposta de seus advogados.
Segundo Patiño, o governo britânico percebeu que eles estão ferindo os direitos humanos ao não aceitar os argumentos jurídicos apresentados pelo Equador em relação à obrigação de protegê-lo, acrescentou.
"É importante saber que o povo e o governo equatoriano têm o compromisso de manter sua proteção contra a perseguição política das maiores potências do mundo", disse Patiño ao fundador do WikiLeaks.
O governo britânico tem um pedido de extradição contra Assange por acusações de crimes sexuais que ele supostamente teria cometido na Suécia. O jornalista pontuou que as acusações são falsas e as considera como uma desculpa para puni-lo por seu trabalho no WikiLeaks.
Crédito:Divulgação Equador assegurou proteção a Julian Assange
De acordo com Agência Prensa Latina, em um comunicado enviado a Assange por meio da emissora local, o ministro disse que manterá a proteção do jornalista australiano, pois acredita que é um direito protegê-lo, bem como sua libertação e a liberdade de expressão.
Após enviar uma fraterna saudação ao homem que revelou milhares de arquivos diplomáticos secretos dos Estados Unidos, o chanceler disse que espera que a Suécia aceite a proposta de seus advogados.
Segundo Patiño, o governo britânico percebeu que eles estão ferindo os direitos humanos ao não aceitar os argumentos jurídicos apresentados pelo Equador em relação à obrigação de protegê-lo, acrescentou.
"É importante saber que o povo e o governo equatoriano têm o compromisso de manter sua proteção contra a perseguição política das maiores potências do mundo", disse Patiño ao fundador do WikiLeaks.
O governo britânico tem um pedido de extradição contra Assange por acusações de crimes sexuais que ele supostamente teria cometido na Suécia. O jornalista pontuou que as acusações são falsas e as considera como uma desculpa para puni-lo por seu trabalho no WikiLeaks.





