No último sábado (18/10), o Coletivo Intervozes, o Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro e o Fórum Social de Manguinhos lançaram na capital fluminense o " ". A obra busca determinar o papel da mídia na formação de estereótipos sociais em relação às comunidades carentes.
Crédito:Reprodução Guia ajuda a imprensa a falar corretamente sobre as minorias
Segundo a EBC, o evento foi realizado no Museu da Maré, zona norte do Rio de Janeiro, e contou ainda com um debate sobre direitos humanos. A publicação foi produzida em uma parceria entre o Intervozes, integrado pela jornalista Mônica Mourão, e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH).
O guia traz dados sobre pessoas com deficiência, gêneros e orientações sexuais, população negra, crianças, adolescentes e idosos que vivem nas comunidades cariocas. O livro traz um glossária sobre como tratar certos temas e o uso correto de determinados termos, além de um guia de fontes e boas práticas jornalísticas.
Durante o debate, um dos assuntos abordados foi a imagem que a "grande mídia" faz do morador de comunidades. Segundo Monique Cruz, integrante do Fórum de Manguinhos e do Fórum de Juventudes, disse que a imprensa sugere que todo jovem que mora na favela é "criminoso", e que vítimas de violência policial são, em primeira análise, sempre envolvidas em atividade ilícita.
"Falam que morador de favela é tudo bandido ou babá. Mas, espera aí, eu também sou morador dessa favela, cresci aqui e não sou má, não sou feia, não sou suja, não sou bandida. Como a gente consegue trazer essa reflexão para as pessoas do próprio lugar, porque dentro das comunidades a gente reproduz também esses estereótipos", disse Monique.
Crédito:Reprodução Guia ajuda a imprensa a falar corretamente sobre as minorias
Segundo a EBC, o evento foi realizado no Museu da Maré, zona norte do Rio de Janeiro, e contou ainda com um debate sobre direitos humanos. A publicação foi produzida em uma parceria entre o Intervozes, integrado pela jornalista Mônica Mourão, e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH).
O guia traz dados sobre pessoas com deficiência, gêneros e orientações sexuais, população negra, crianças, adolescentes e idosos que vivem nas comunidades cariocas. O livro traz um glossária sobre como tratar certos temas e o uso correto de determinados termos, além de um guia de fontes e boas práticas jornalísticas.
Durante o debate, um dos assuntos abordados foi a imagem que a "grande mídia" faz do morador de comunidades. Segundo Monique Cruz, integrante do Fórum de Manguinhos e do Fórum de Juventudes, disse que a imprensa sugere que todo jovem que mora na favela é "criminoso", e que vítimas de violência policial são, em primeira análise, sempre envolvidas em atividade ilícita.
"Falam que morador de favela é tudo bandido ou babá. Mas, espera aí, eu também sou morador dessa favela, cresci aqui e não sou má, não sou feia, não sou suja, não sou bandida. Como a gente consegue trazer essa reflexão para as pessoas do próprio lugar, porque dentro das comunidades a gente reproduz também esses estereótipos", disse Monique.

