Entidades apontam piora da liberdade de imprensa na América Latina
A liberdade de imprensa piorou na América Latina. Essa foi a conclusão dos diretores da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) durante a 71º Assembleia Geral da entidade, em Charleston, na Carolina do Sul, nos EUA.
Atualizado em 06/10/2015 às 09:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Essa foi a conclusão dos diretores da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) durante a 71º Assembleia Geral da entidade, em Charleston, na Carolina do Sul, nos EUA.
Crédito:Reprodução Relatório mostra 20 mortes de jornalistas durante o último ano na América Latina
De acordo com a AFP, os responsáveis pelas organizações citaram a violência contra jornalistas e as restrições de governos como o de Equador e Venezuela. "Lamentavelmente, hoje tenho que dizer que a coisa está piorando", ponderou o relator para a Liberdade de Expressão da CIDH, Edison Lanza.
O presidente da SIP, Gustavo Mohme, denunciou 20 mortes durante o último ano na América Latina, ao divulgar o relatório final de seu mandato à frente da organização que representa os donos e editores dos veículos de comunicação.
Segundo os últimos dados, somente entre janeiro e julho morreram violentamente 12 jornalistas na região, sendo dois assassinatos no Brasil, três no México, dois na Guatemala, dois em Honduras, dois na Colômbia e um no Paraguai.
Mohme manifestou "máxima" preocupação com o fechamento de cerca de 30 jornais venezuelanos por falta de papel, pelas multas que aplicam o governo do Equador por meio da lei da mordaça, e pela discriminação da publicidade oficial na Argentina e em diversos países do continente.
Lanza acrescentou que no México não se investiga profundamente os autores intelectuais dos crimes, o que gera um convite a repetir os delitos. Ele indicou situações parecidas no Brasil, Guatemala, Honduras e Paraguai.
Crédito:Reprodução Relatório mostra 20 mortes de jornalistas durante o último ano na América Latina
De acordo com a AFP, os responsáveis pelas organizações citaram a violência contra jornalistas e as restrições de governos como o de Equador e Venezuela. "Lamentavelmente, hoje tenho que dizer que a coisa está piorando", ponderou o relator para a Liberdade de Expressão da CIDH, Edison Lanza.
O presidente da SIP, Gustavo Mohme, denunciou 20 mortes durante o último ano na América Latina, ao divulgar o relatório final de seu mandato à frente da organização que representa os donos e editores dos veículos de comunicação.
Segundo os últimos dados, somente entre janeiro e julho morreram violentamente 12 jornalistas na região, sendo dois assassinatos no Brasil, três no México, dois na Guatemala, dois em Honduras, dois na Colômbia e um no Paraguai.
Mohme manifestou "máxima" preocupação com o fechamento de cerca de 30 jornais venezuelanos por falta de papel, pelas multas que aplicam o governo do Equador por meio da lei da mordaça, e pela discriminação da publicidade oficial na Argentina e em diversos países do continente.
Lanza acrescentou que no México não se investiga profundamente os autores intelectuais dos crimes, o que gera um convite a repetir os delitos. Ele indicou situações parecidas no Brasil, Guatemala, Honduras e Paraguai.





