Entidades adotam posição contrária à prisão de seis jornalistas da Gâmbia
Entidades adotam posição contrária à prisão de seis jornalistas da Gâmbia
A prisão de seis jornalistas da Gâmbia levou a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) e o Instituto Internacional pela Segurança da Imprensa (INSI) a se manifestarem. Acusados de difamarem o presidente do país e apoiarem um comunicado sindical crítico ao governo, eles foram condenados a dois anos de prisão e ao pagamento de multas pesadas.
Dos seis profissionais, três são membros do Sindicato de Imprensa da Gâmbia, dois são repórteres do jornal The Point e um escreve para o jornal Foroyaa , informou o Sindicato dos Jornalistas de Portugal.
Aidan White, secretário-geral da FIJ, afirmou que "um governo intolerante criou uma cultura de negligência pela liberdade de expressão e pelos direitos humanos. A prisão de jornalistas só porque expressaram discordância é um sinal de que o país está traindo os princípios democráticos".
Para o diretor do INSI, Rodney Pinder, o julgamento "mostra uma clara interferência política no trabalho honesto dos jornalistas". Ele acredita que as prisões são uma tentativa de intimidar todos os profissionais de imprensa da Gâmbia.
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