Entidade repudia ataque contra jornalistas brasileiros no Egito
Entidade repudia ataque contra jornalistas brasileiros no Egito
Atualizado em 07/02/2011 às 15:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) apresentou por meio de comunicado o seu manifesto de repúdio aos ataques contra jornalistas estrangeiros no Egito, entre eles seis brasileiros, de acordo com o último levantamento.
Na opinião da entidade, os ataques contra os profissionais que cobrem os protestos contra o presidente Hosni Mubarak "constituem grave violação aos princípios de liberdade de expressão e de imprensa".
Em apenas dois dias, segundo levantamento de organizações internacionais, foram registradas 30 prisões, 26 ataques e oito apreensões de equipamento.
Foram seis os jornalistas brasileiros vítimas de violência direta ou indireta durante a cobertura, sendo eles Corban Costa (Rádio Nacional), Gilvan Rocha (TV Brasil), Luiz Antônio Araújo (Zero Hora e Rádio Gaúcha), Fernando Duarte (O Globo), Jamil Chade (Estado de S. Paulo) e Samy Adghirni (Folha de S. Paulo).
Por fim, na carta assinado por Emanuel Soares Carneiro, a Abert pede as autoridades do Egito que "garantam a integridade dos jornalistas em atividade no país, evitando o atentado ao sagrado direito de informar".
Preocupação dos EUA
No começo dos conflitos, o Governo dos EUA manifestou preocupação com as tentativas de censura contra jornalistas do Egito e estrangeiros.
"Estamos preocupados com as prisões e os ataques contra os veículos de informação no Egito. A sociedade civil que o Egito quer construir inclui uma imprensa livre", escreveu Philip Crowley, secretário-Assistente do Bureau de Relações Públicos do governo.
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) também repudiou os ataques e anunciou que pedirá satisfações à embaixada do Egito na França (sede da RSF).
"Depois de censurar a Internet por vários dias, as autoridades egípcias tentam abalar os jornalistas psicologicamente. Isso é inaceitável e deve parar", disse a entidade em comunicado.
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Na opinião da entidade, os ataques contra os profissionais que cobrem os protestos contra o presidente Hosni Mubarak "constituem grave violação aos princípios de liberdade de expressão e de imprensa".
Em apenas dois dias, segundo levantamento de organizações internacionais, foram registradas 30 prisões, 26 ataques e oito apreensões de equipamento.
Foram seis os jornalistas brasileiros vítimas de violência direta ou indireta durante a cobertura, sendo eles Corban Costa (Rádio Nacional), Gilvan Rocha (TV Brasil), Luiz Antônio Araújo (Zero Hora e Rádio Gaúcha), Fernando Duarte (O Globo), Jamil Chade (Estado de S. Paulo) e Samy Adghirni (Folha de S. Paulo).
Por fim, na carta assinado por Emanuel Soares Carneiro, a Abert pede as autoridades do Egito que "garantam a integridade dos jornalistas em atividade no país, evitando o atentado ao sagrado direito de informar".
Preocupação dos EUA
No começo dos conflitos, o Governo dos EUA manifestou preocupação com as tentativas de censura contra jornalistas do Egito e estrangeiros.
"Estamos preocupados com as prisões e os ataques contra os veículos de informação no Egito. A sociedade civil que o Egito quer construir inclui uma imprensa livre", escreveu Philip Crowley, secretário-Assistente do Bureau de Relações Públicos do governo.
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) também repudiou os ataques e anunciou que pedirá satisfações à embaixada do Egito na França (sede da RSF).
"Depois de censurar a Internet por vários dias, as autoridades egípcias tentam abalar os jornalistas psicologicamente. Isso é inaceitável e deve parar", disse a entidade em comunicado.
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