Entidade internacional pede ajuda para treinar jornalistas filipinos em zonas de risco
Entidade internacional pede ajuda para treinar jornalistas filipinos em zonas de risco
Após o massacre ocorrido na ilha ilha de Mindanao, no sul das Filipinas - que deixou pelo menos 12 jornalistas locais mortos - o Instituto Internacional para a Segurança da Imprensa (INSI) pediu donativos para treinar gratuitamente jornalistas filipinos que trabalhem em zonas de risco.
Na última terça-feira (24), os profissionais foram assassinados ao acompanhar um político da região, que oficializaria sua inscrição para concorrer ao cargo de governador em uma solenidade.
O comboio com três vans foi interceptado por um grupo de cem homens armados. De acordo com a Associação Mundial dos Jornais (WAN) há indícios de que os jornalistas foram selecionados como alvo dos assassinatos.
Para Rodney Pinder, diretor do INSI, "as Filipinas tornaram-se no país mais perigoso para o exercício do jornalismo no mundo". Ele acredita que a coberturadas eleições, daqui a alguns meses, "será ainda mais difícil do que o habitual". Por isso, a entidade pediu ajuda para os jornalistas poderem se proteger melhor", informou o Sindicato dos Jornalistas de Portugal.
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