Entidade denuncia autocensura de jornalistas e veículos de comunicação na Guatemala
Em um novo relatório, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) denunciou que dezenas de jornalista e veículos de comunicação dadecidiram se autocensurar após receberem diversas ameaças durante a campanha eleitoral de 2015.
Atualizado em 24/03/2016 às 18:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) denunciou que dezenas de jornalista e veículos de comunicação da decidiram se autocensurar após receberem diversas ameaças durante a campanha eleitoral de 2015.
Crédito:Reprodução
Jornalistas se autocensuram na Guatemala após diversas ameaças
De acordo com o documento, a promotoria para crimes contra jornalistas recebeu 81 queixas de ataques contra profissionais de imprensa entre janeiro e agosto no ano passado. O número ultrapassou as reclamações registradas nos últimos três anos.
Além disso, a Unidade de Investigação informou que abriu 44 ações por ataques contra 89 jornalistas, sendo 19 mulheres. Grande parte das hostilidades foram cometidas por funcionários públicos.
Em março do ano passado, três profissionais de imprensa foram mortos na Guatemala. Todos eles viviam no departamento de Suchitepéquez, a cidade de Mazatenango. Em sua maioria, os jornalistas atacados investigam corrupção, administração pública e violação de direitos humanos.
A CIDH manifestou sua preocupação com os atos violentos nos últimos meses e solicitou ao governo para que proteja a vida e integridade "daqueles que sofrem um 'impacto diferenciado' na sociedade ao defenderem os direitos humanos."
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Jornalistas se autocensuram na Guatemala após diversas ameaças De acordo com o documento, a promotoria para crimes contra jornalistas recebeu 81 queixas de ataques contra profissionais de imprensa entre janeiro e agosto no ano passado. O número ultrapassou as reclamações registradas nos últimos três anos.
Além disso, a Unidade de Investigação informou que abriu 44 ações por ataques contra 89 jornalistas, sendo 19 mulheres. Grande parte das hostilidades foram cometidas por funcionários públicos.
Em março do ano passado, três profissionais de imprensa foram mortos na Guatemala. Todos eles viviam no departamento de Suchitepéquez, a cidade de Mazatenango. Em sua maioria, os jornalistas atacados investigam corrupção, administração pública e violação de direitos humanos.
A CIDH manifestou sua preocupação com os atos violentos nos últimos meses e solicitou ao governo para que proteja a vida e integridade "daqueles que sofrem um 'impacto diferenciado' na sociedade ao defenderem os direitos humanos."





