Entidade condena decisão do governo da China de proibir notícias sobre suposto atentado
Entidade condena decisão do governo da China de proibir notícias sobre suposto atentado
A Federação Internacional dos Jornalistas (IFJ, na sigla em inglês) condenou a suposta decisão do governo da China de banir da imprensa o relato de uma explosão que teria matado sete pessoas e ferido outras 14.
De acordo com um relatório publicado no site da organização Ethical Journalism Initiative, o Departamento Central de Propaganda da China ordenou que a mídia do país ignorasse a explosão ocorrida na cidade da Aksu City, no oeste do território chinês.
A ordem especificava, ainda, que nenhum veículo poderia republicar a nota da agência estatal Xinhua que informava que a explosão tinha sido causada por uma bomba.
De acordo com o relatório da Ethical, a determinação não especificava o motivo da proibição, mas dava conta de que se tratava de um atentado motivado por tensões étnicas na província de Xinjiang. Os conflitos na região já mataram mais de duzentas pessoas até o momento.
Em pronunciamento oficial, a IFJ pediu que o governo da China derrube a proibição, uma vez que, "em tempos de crise, é essencial que o público tenha acesso à informação atualizada e confiável".
"Banir a informações e restringir o acesso das pessoas às notícias permitirá a proliferação de rumores", afirmou Aidan White, secretário-geral da IFJ. "Informações distorcidas podem inflamar ainda mais a situação", acrescentou. As informações são do Journalism.co.uk
Leia mais






