Ensaio: duros carnavais - Pernambuco
Ensaio: duros carnavais - Pernambuco
Atualizado em 11/03/2009 às 01:03, por
Redação revista IMPRENSA.
PERNAMBUCO
O pernambucano Fred Jordão é jornalista e trabalha como fotógrafo há mais de 20 anos. Atualmente tem uma agência de fotografia e trabalha como freelancer em Recife. Cobre Carnaval desde o início da carreira "porque é uma pauta obrigatória":
"É pesado, porque na verdade o Carnaval não para, é praticamente 24 horas e o calor é muito grande. Você vai na maratona que é dormir quatro horas por dia. Mas é muito legal porque tem muita coisa interessante pra fazer. A maior dificuldade é a quantidade de gente. Você tem que atravessar uma multidão e está com muito equipamento, muita pressa, e as pessoas estão brincando, é muita gente. Tem lugares em Recife que são bequinhos e pra se deslocar é terrível, mas faz parte do negócio, a gente se acostuma com isso. Outra coisa curiosa que acontece é cair no meio de um grupo. Às vezes eu vou fantasiado, todo mundo se fantasia e as pessoas vão descobrindo você por causa da máquina e você se incorpora. Os caras querem te carregar, dar beijo em você. Esse tipo de brincadeira. Gosto menos do Carnaval hoje, porque tem muita gente. Tem um apelo comercial muito grande. Não sou saudosista, nunca fui, mas o Carnaval de 15 anos atrás era imensamente superior e não tem como voltar. O Carnaval virou um negócio muito grande. Você tem que cobrir, correr, tem muitos eventos que viraram clichê."
Veja as fotos de Fred Jordão.

O pernambucano Fred Jordão é jornalista e trabalha como fotógrafo há mais de 20 anos. Atualmente tem uma agência de fotografia e trabalha como freelancer em Recife. Cobre Carnaval desde o início da carreira "porque é uma pauta obrigatória":
"É pesado, porque na verdade o Carnaval não para, é praticamente 24 horas e o calor é muito grande. Você vai na maratona que é dormir quatro horas por dia. Mas é muito legal porque tem muita coisa interessante pra fazer. A maior dificuldade é a quantidade de gente. Você tem que atravessar uma multidão e está com muito equipamento, muita pressa, e as pessoas estão brincando, é muita gente. Tem lugares em Recife que são bequinhos e pra se deslocar é terrível, mas faz parte do negócio, a gente se acostuma com isso. Outra coisa curiosa que acontece é cair no meio de um grupo. Às vezes eu vou fantasiado, todo mundo se fantasia e as pessoas vão descobrindo você por causa da máquina e você se incorpora. Os caras querem te carregar, dar beijo em você. Esse tipo de brincadeira. Gosto menos do Carnaval hoje, porque tem muita gente. Tem um apelo comercial muito grande. Não sou saudosista, nunca fui, mas o Carnaval de 15 anos atrás era imensamente superior e não tem como voltar. O Carnaval virou um negócio muito grande. Você tem que cobrir, correr, tem muitos eventos que viraram clichê."
Veja as fotos de Fred Jordão.






