Empresas de comunicação intensificam uso de drones em coberturas jornalísticas
Criadas para uso militar, as aeronaves não tripuladas ou "drones" (palavra em inglês que significa "zangões") têm se mos
Atualizado em 26/11/2013 às 16:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Criadas para uso militar, as aeronaves não tripuladas ou "drones" (palavra em inglês que significa "zangões") têm se mostrado cada vez mais úteis para os veículos de comunicação que aderiram ao equipamento para fazer registros de situações perigosas a uma distância segura.
Crédito:Reprodução Empresas comunicação de todo o mundo estão adotando uso de drones em suas coberturas
Segundo O Globo , o fotógrafo britânico Lewis Whyld usou um drone para filmar a destruição causada pelo tufão Haiyan nas Filipinas sobre a cidade de Tecloban. Além das imagens exibidas pela CNN, foi registrado o local onde estavam dois corpos que depois foram resgatados pelas autoridades.
A agência Associated Press e a News Corp também fazem uso da ferramenta. Já a BBC lançou um drone este ano para acompanhar a criação de uma linha de trem entre Londres e Manchester. "Também penso em equipamento para detectar armas químicas", explicou Tom Hannen, à frente dos drones da BBC. "Você pode fazer jornalismo que antes não era possível", completou.
No entanto, a regulamentação para o uso do equipamento apresenta regras distintas em cada país. No Reino Unido, por exemplo, é preciso fazer uma série de testes para conseguir a permissão. Nos Estados Unidos, as autoridades permitem apenas que fabricantes e órgãos do governo façam o teste. Outra preocupação é o impacto da queda de um drone ou algum incidente que possa ser provocado.
De acordo com Chris Anderson, ex-editor da revista Wired e hoje à frente de uma empresa de drones, é certo que eles se tornarão uma ferramenta para o jornalismo. Para ele, a tecnologia está ficando mais barata, e logo será possível abrir um aplicativo de celular, clicar em um mapa e fazer um deles voar até o ponto escolhido.
Crédito:Reprodução Empresas comunicação de todo o mundo estão adotando uso de drones em suas coberturas
Segundo O Globo , o fotógrafo britânico Lewis Whyld usou um drone para filmar a destruição causada pelo tufão Haiyan nas Filipinas sobre a cidade de Tecloban. Além das imagens exibidas pela CNN, foi registrado o local onde estavam dois corpos que depois foram resgatados pelas autoridades.
A agência Associated Press e a News Corp também fazem uso da ferramenta. Já a BBC lançou um drone este ano para acompanhar a criação de uma linha de trem entre Londres e Manchester. "Também penso em equipamento para detectar armas químicas", explicou Tom Hannen, à frente dos drones da BBC. "Você pode fazer jornalismo que antes não era possível", completou.
No entanto, a regulamentação para o uso do equipamento apresenta regras distintas em cada país. No Reino Unido, por exemplo, é preciso fazer uma série de testes para conseguir a permissão. Nos Estados Unidos, as autoridades permitem apenas que fabricantes e órgãos do governo façam o teste. Outra preocupação é o impacto da queda de um drone ou algum incidente que possa ser provocado.
De acordo com Chris Anderson, ex-editor da revista Wired e hoje à frente de uma empresa de drones, é certo que eles se tornarão uma ferramenta para o jornalismo. Para ele, a tecnologia está ficando mais barata, e logo será possível abrir um aplicativo de celular, clicar em um mapa e fazer um deles voar até o ponto escolhido.





