Empresas acreditam que investimento em telecomunicações deve ser 30% maior em 2012
O aumento no número de clientes de serviços de telecomunicações, que representou 16% em 2011, fará com que o Brasil mantenha a ampliação dosserviços e investimentos no setor, mesmo com o PIB estagnado, noticia a Folha de S.
Atualizado em 09/12/2011 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Paulo.
Neste ano, foram 310 milhões de acessos a serviços de telecomunicações. O mais utilizado foi o acesso à banda larga, que cresceu 68%, com 58 milhões de usuários. O segmento de TV por assinatura ficou em segundo lugar em crescimento, com a estimativa de atingir 13 milhões de novos assinantes dentro do período.
O setor de telefonia móvel obteve 35 milhões de novos celulares em 2011, o que representa um crescimento de 17%, de acordo com estimativas do SindiTelebrasil, entidade que representa as empresas do setor de telefonia.
Medidas do Governo para incentivar investimentos na área de serviços e infraestrutura de telecomunicações, como o Plano Nacional de Banda Larga, a permissão de entrada das teles no mercado de TV por assinatura e a isenção fiscal farão com que as empresas invistam 30% a mais no ano que vem - cerca de R$ 23,5 bilhões -, segundo o SindiTelebrasil.
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Neste ano, foram 310 milhões de acessos a serviços de telecomunicações. O mais utilizado foi o acesso à banda larga, que cresceu 68%, com 58 milhões de usuários. O segmento de TV por assinatura ficou em segundo lugar em crescimento, com a estimativa de atingir 13 milhões de novos assinantes dentro do período.
O setor de telefonia móvel obteve 35 milhões de novos celulares em 2011, o que representa um crescimento de 17%, de acordo com estimativas do SindiTelebrasil, entidade que representa as empresas do setor de telefonia.
Medidas do Governo para incentivar investimentos na área de serviços e infraestrutura de telecomunicações, como o Plano Nacional de Banda Larga, a permissão de entrada das teles no mercado de TV por assinatura e a isenção fiscal farão com que as empresas invistam 30% a mais no ano que vem - cerca de R$ 23,5 bilhões -, segundo o SindiTelebrasil.
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