Empresa que controla o TikTok admite rastreamento de jornalistas nos EUA
Após o TikTok fazer um grande esforço para convencer autoridades americanas de que protege a privacidade de seus usuários nos EUA, a empresachinesa de tecnologia ByteDance, que controla a plataforma, admitiu nesta quinta-feira (22 dez/22) que acessou sem autorização dados privados de jornalistas.
Atualizado em 23/12/2022 às 09:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O objetivo do rastreamento e quebra de privacidade digital seria localizar a origem de vazamentos para a imprensa.
Um email de um executivo da ByteDance, ao qual repórteres dos EUA tiveram acesso, informa que diferentes funcionários da empresa acessaram dados de ao menos dois jornalistas americanos: um do Financial Times e outro que trabalhou no BuzzFeed. Crédito: Reprodução Em comunicado, a ByteDance condenou a conduta dos funcionários e afirmou que eles não trabalham mais para a empresa.
Os funcionários teriam obtido os endereços IP dos repórteres para tentar descobrir quem na ByteDance vazou informações para os profissionais de imprensa.
A notícia é considerada relevante, pois o Congresso dos EUA, alegando questões de segurança nacional, tenta proibir o uso do TikTok em dispositivos governamentais.
Para evitar que isso aconteça, a rede social alega que os dados de seus usuários nos EUA estão protegidos e armazenados em servidores localizados no próprio país.
Um email de um executivo da ByteDance, ao qual repórteres dos EUA tiveram acesso, informa que diferentes funcionários da empresa acessaram dados de ao menos dois jornalistas americanos: um do Financial Times e outro que trabalhou no BuzzFeed. Crédito: Reprodução Em comunicado, a ByteDance condenou a conduta dos funcionários e afirmou que eles não trabalham mais para a empresa.
Os funcionários teriam obtido os endereços IP dos repórteres para tentar descobrir quem na ByteDance vazou informações para os profissionais de imprensa.
A notícia é considerada relevante, pois o Congresso dos EUA, alegando questões de segurança nacional, tenta proibir o uso do TikTok em dispositivos governamentais.
Para evitar que isso aconteça, a rede social alega que os dados de seus usuários nos EUA estão protegidos e armazenados em servidores localizados no próprio país.





