Emissoras de TV disputam espaço às vésperas de reforma na legislação mexicana
Na última segunda-feira (10/2), executivos da emissora de TV mexicana Azteca apresentaram uma denúncia ao Instituto Federal de Telecomunicações (IFETEL) para revogar a concessão da Dish, segunda maior empresa privada de televisão do país.
Atualizado em 12/02/2014 às 17:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Azteca acusa a concorrente de tomar os sinais de seus dois canais abertos “de maneira furtiva” e demandou a intervenção do instituto para corrigir a suposta anomalia.
“A partir desta denúncia se declarará de forma muito nítida o fato de que a Telmex e a Dish são um mesmo grupo empresarial e que, portanto, independentemente de outros argumentos, não procede que se favoreçam do benefício de gratuidade na retransmissão dos sinais de televisão aberta”, disse Eduardo Ruiz, da Televisão Azteca, de acordo com informações do El País .
A Dish respondeu às acusações assegurando que não existem outras formas de interpretar a lei. “A retransmissão de sinais com mais de 50% de abrangência no país era obrigatória”, disse Peter Bauer, responsável legal da empresa ao portal econômico CNN Expansión.
O embate entre os dois canais envolve ainda direitos de transmissão de outras emissoras, além de parcelas de ações na indústria de telefonia do México, dividas com empresas como a Televisa, a América Móvil e a Iusacell. O presidente mexicano Enrique Peña Nieto promete uma reforma constitucional no mercado das telecomunicações desde meados de 2013, o que pode ser implementado ainda este ano.
Por conta disso, muitas companhias começam a formar fusões estratégicas e disputar espaço no mercado, de olho em manter seus status após as reformas prometidas pelo governo.
“A partir desta denúncia se declarará de forma muito nítida o fato de que a Telmex e a Dish são um mesmo grupo empresarial e que, portanto, independentemente de outros argumentos, não procede que se favoreçam do benefício de gratuidade na retransmissão dos sinais de televisão aberta”, disse Eduardo Ruiz, da Televisão Azteca, de acordo com informações do El País .
A Dish respondeu às acusações assegurando que não existem outras formas de interpretar a lei. “A retransmissão de sinais com mais de 50% de abrangência no país era obrigatória”, disse Peter Bauer, responsável legal da empresa ao portal econômico CNN Expansión.
O embate entre os dois canais envolve ainda direitos de transmissão de outras emissoras, além de parcelas de ações na indústria de telefonia do México, dividas com empresas como a Televisa, a América Móvil e a Iusacell. O presidente mexicano Enrique Peña Nieto promete uma reforma constitucional no mercado das telecomunicações desde meados de 2013, o que pode ser implementado ainda este ano.
Por conta disso, muitas companhias começam a formar fusões estratégicas e disputar espaço no mercado, de olho em manter seus status após as reformas prometidas pelo governo.





