Embaixador dos EUA nega espionagem no Brasil, diz ministro das comunicações
Na última terça-feira (9/7), o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que o embaixador dos EUA, Thomas Shannon, admitiu que os órgãos de segurança americana praticam uma espécie de monitoramento em território brasileiro.
Atualizado em 10/07/2013 às 13:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Entretanto, Shannon negou a vigilância do conteúdo das gravações.
Crédito:Agência Brasil Ministro disse que vigilância de correspondência é inaceitável
De acordo com o portal da rádio Jovem Pan, Bernardo disse que “o embaixador afirmou que não há cooperação de empresas brasileiras com o serviço secreto dos EUA e que não houve coleta de dados pelo governo americano em território brasileiro”, mas que o país presidido por Barack Obama faz um monitoramento no Brasil, “o que eles chamam de metadados”. Isto é, “eles copiam dados referentes a ligações telefônicas mesmo sem entrar no teor das gravações”.
Apesar das declarações feitas por Shannon, o ministro das Comunicações destaca que a presidente Dilma Rousseff já deu o “tom das investigações” quando mobilizou a Polícia Federal e Anatel para buscarem explicações sobre o caso.
Ressaltando ainda que a Internet precisa ser regulamentada, Bernardo disse que as transações online podem se transformar em um instrumento de espionagem se não houver limites. “O que nós estamos vendo é algo muito sério. Copiar dados de emails parece algo obsessivo. Essa prática pode se tornar um modelo de totalitarismo. A correspondência do cidadão tem que ser inviolável”, criticou.
Crédito:Agência Brasil Ministro disse que vigilância de correspondência é inaceitável
De acordo com o portal da rádio Jovem Pan, Bernardo disse que “o embaixador afirmou que não há cooperação de empresas brasileiras com o serviço secreto dos EUA e que não houve coleta de dados pelo governo americano em território brasileiro”, mas que o país presidido por Barack Obama faz um monitoramento no Brasil, “o que eles chamam de metadados”. Isto é, “eles copiam dados referentes a ligações telefônicas mesmo sem entrar no teor das gravações”.
Apesar das declarações feitas por Shannon, o ministro das Comunicações destaca que a presidente Dilma Rousseff já deu o “tom das investigações” quando mobilizou a Polícia Federal e Anatel para buscarem explicações sobre o caso.
Ressaltando ainda que a Internet precisa ser regulamentada, Bernardo disse que as transações online podem se transformar em um instrumento de espionagem se não houver limites. “O que nós estamos vendo é algo muito sério. Copiar dados de emails parece algo obsessivo. Essa prática pode se tornar um modelo de totalitarismo. A correspondência do cidadão tem que ser inviolável”, criticou.





