Em sabatina, Ronaldo critica imprensa e diz que entrar no COL fez mal à sua imagem
Na última quinta-feira (29/05), em sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo, o ex-atacante da seleção brasileira e membro do conselho de administração do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo, Ronaldo Nazário, criticou a abordagem da imprensa sobre o legado físico do evento.
Atualizado em 31/05/2014 às 12:05, por
Jéssica Oliveira.
sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo, o ex-atacante da seleção brasileira e membro do conselho de administração do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo, Ronaldo Nazário, criticou a abordagem da imprensa sobre o legado físico do evento. Para ele, falta informação para a população entender que o Mundial "não veio resolver os problemas do país".
Ronaldo falava de sua "indignação" por apenas 30% do prometido ter sido cumprido, e creditou isso à ausência de um "planejamento sério", uma vez que o país foi escolhido sede do evento em 2007.
"Tínhamos tempo de cumprir tudo que foi prometido. A gente chega agora, em cima da hora, vê o Brasil numa grande aflição, numa grande insegurança. Tem muita gente desinformada. E muitos meios de comunicação tentam, inclusive, confundir a população. [Porque] Quem tem que resolver os nossos problemas somos nós mesmos", declarou.
Crédito: Naief Haddad, Roberto Dias, Ronaldo e Uirá Machado no Teatro Folha Imagem arranhada Em outro momento da entrevista, Ronaldo foi questionado se a realização da Copa do Mundo no Brasil tem sido rentável em questão de novos contratos publicitários. Ele afirmou que até poderia ter sido, "mas não é e está longe de ser".
"Os contratos que eu tenho são longos, antigos. A minha opção de ter entrado no Comitê e de ter acreditado na Copa só fez mal a mim mesmo [imagem]", disse. "E se tiver alguém querendo [me contratar], me avisa, que eu tô precisando", acrescentou aos risos.
A entrevista foi conduzida pelo editor do caderno "Esporte", Naief Haddad, o editor de "Opinião", Uirá Machado, e o secretário-assistente de Redação, Roberto Dias. O ex-jogador falou ainda de protestos, política, racismo e seleção brasileira. Detalhes podem ser vistos no .
O evento, aberto ao público, contou com 163 pessoas. Estiveram presentes jornalistas de outros veículos, como RedeTV, Band, SBT, UOL, Gazeta, Futura Press, O Globo , CBN e Terra Esportes. Ao fim da entrevista, Ronaldo saiu sem falar com ninguém.

Ronaldo falava de sua "indignação" por apenas 30% do prometido ter sido cumprido, e creditou isso à ausência de um "planejamento sério", uma vez que o país foi escolhido sede do evento em 2007.
"Tínhamos tempo de cumprir tudo que foi prometido. A gente chega agora, em cima da hora, vê o Brasil numa grande aflição, numa grande insegurança. Tem muita gente desinformada. E muitos meios de comunicação tentam, inclusive, confundir a população. [Porque] Quem tem que resolver os nossos problemas somos nós mesmos", declarou.
Crédito: Naief Haddad, Roberto Dias, Ronaldo e Uirá Machado no Teatro Folha Imagem arranhada Em outro momento da entrevista, Ronaldo foi questionado se a realização da Copa do Mundo no Brasil tem sido rentável em questão de novos contratos publicitários. Ele afirmou que até poderia ter sido, "mas não é e está longe de ser".
"Os contratos que eu tenho são longos, antigos. A minha opção de ter entrado no Comitê e de ter acreditado na Copa só fez mal a mim mesmo [imagem]", disse. "E se tiver alguém querendo [me contratar], me avisa, que eu tô precisando", acrescentou aos risos.
A entrevista foi conduzida pelo editor do caderno "Esporte", Naief Haddad, o editor de "Opinião", Uirá Machado, e o secretário-assistente de Redação, Roberto Dias. O ex-jogador falou ainda de protestos, política, racismo e seleção brasileira. Detalhes podem ser vistos no .
O evento, aberto ao público, contou com 163 pessoas. Estiveram presentes jornalistas de outros veículos, como RedeTV, Band, SBT, UOL, Gazeta, Futura Press, O Globo , CBN e Terra Esportes. Ao fim da entrevista, Ronaldo saiu sem falar com ninguém.
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