Em sabatina, ombudsman da Folha defende sobrevivência do meio impresso
Em sabatina, ombudsman da Folha defende sobrevivência do meio impresso
O ombudsman da Folha de S.Paulo , Carlos Eduardo Lins da Silva, criticou a falta de continuidade da imprensa na cobertura de determinados fatos de interesse no país. A declaração do jornalista foi concedida na última segunda-feira (21), durante sabatina promovida pela Folha .
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| Carlos Eduardo Lins da Silva |
"Não vejo problema nos meios (eletrônicos), mas na maneira como as coisas são feitas. O problema é o açodamento da publicação de informação não verificadas e na internet a dimensão é maior", disse Silva, citando exemplo de um caso em que a imprensa online noticiou uma suposta queda de avião no Aeroporto de Congonhas, quando, na verdade, se tratava de um incêndio em uma loja.
Silva ainda defendeu a sobrevivência dos jornais impressos em meio ao avanço das novas mídias. Segundo ele, periódicos vão encontrar seus nichos de mercado, assim como ocorreu com o rádio no surgimento da TV.
Durante a sabatina, Silva respondeu a perguntas da plateia e de entrevistadores convidados: o colunista da Folha , Marcelo Coelho, as jornalistas Eleonora Gosman, correspondente do jornal argentino Clarín, Verónica Goyzueta, correspondente do espanhol ABC, e Eugênio Bucci, colaborador de O Estado de S.Paulo .
Em setembro, a Folha de S.Paulo celebra vinte anos da criação de cargo de ombudsman. O veículo da família Frias foi a primeiro jornal a instituir a função no Brasil.
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