Em represália, governo chinês barra jornalista da agência Bloomberg em coletiva de imprensa
O governo do Reino Unido protestou às autoridades chinesas sobre a decisão "completamente inadequada" de proibir a entrada do jorn
Atualizado em 03/12/2013 às 12:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O governo do Reino Unido protestou às autoridades chinesas sobre a decisão "completamente inadequada" de proibir a entrada do jornalista britânico, Robert Hutton, da agência de notícias americana Bloomberg, em uma conferência de imprensa realizada em Pequim, na última segunda-feira (2/12), com David Cameron e o premiê chinês, Li Keqiang.
Crédito:Reprodução Jornalista foi proibido de cobrir coletiva de imprensa na China
De acordo com o The Guardian, o escritório oficial de Cameron levantou "preocupações profundas" em duas ocasiões com autoridades chinesas após o Ministério das Relações Exteriores ter excluído Hutton do evento.
O trabalho da agência foi bloqueado no país após abordar assuntos que envolviam as famílias de altos dirigentes, incluindo parentes do presidente, Xi Jinping. "Assim que esta questão se tornou aparente no domingo, levantamos nossas preocupações sobre a proibição do jornalista", disse um porta-voz do governo britânico.
Segundo a publicação, a medida aponta o desafio de melhorar os laços comerciais com a China. Cameron, cujas relações com Pequim tornou-se intensa depois que ele abriu diálogo com Dalai Lama, chegou ao país prometendo levar uma relação de respeito e "compreensão mútua".
Crédito:Reprodução Jornalista foi proibido de cobrir coletiva de imprensa na China
De acordo com o The Guardian, o escritório oficial de Cameron levantou "preocupações profundas" em duas ocasiões com autoridades chinesas após o Ministério das Relações Exteriores ter excluído Hutton do evento.
O trabalho da agência foi bloqueado no país após abordar assuntos que envolviam as famílias de altos dirigentes, incluindo parentes do presidente, Xi Jinping. "Assim que esta questão se tornou aparente no domingo, levantamos nossas preocupações sobre a proibição do jornalista", disse um porta-voz do governo britânico.
Segundo a publicação, a medida aponta o desafio de melhorar os laços comerciais com a China. Cameron, cujas relações com Pequim tornou-se intensa depois que ele abriu diálogo com Dalai Lama, chegou ao país prometendo levar uma relação de respeito e "compreensão mútua".





