Em programa, Franklin Martins critica monopólio dos meios de comunicação
Em participação no programa "Aula Pública Opera Mundi", Franklin Martins falou sobre regulamentação da mídia.
Atualizado em 15/04/2014 às 11:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em sua participação no programa "Aula Pública Opera Mundi", parceria do portal de notícias e da TV Unesp, o jornalista e ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Franklin Martins, criticou grupos econômicos que tentam barrar a discussão sobre regulamentação dos meios de comunicação.
Crédito:Reprodução Ex-ministro diz que regulação é importante para democratização da mídia
Para ele, a imprensa escrita não precisa ser regulamentada, deve apenas garantir direito de resposta ágil. Situação que não pode ocorrer, por exemplo, com a radiodifusão, uma vez que trata de concessões do Estado para rádios e TVs.
"No mundo inteiro, há regulamentação para evitar concentração e manipulação. No Brasil, porém, sempre que se tenta um projeto para debater a questão, os grupos de comunicação dizem que é censura e tentam demonizar o assunto. Isso é só uma tentativa de interditar um tema vital para o país: democratização da mídia", explicou Franklin.
O jornalista mencionou a "Lei de Meios", da Argentina, em comparação à legislação brasileira. "O Brasil precisa desesperadamente de regulação dos meios eletrônicos de comunicação. Mas nós não somos a Argentina e precisamos da nossa lei, com as nossas características", ponderou.
Crédito:Reprodução Ex-ministro diz que regulação é importante para democratização da mídia
Para ele, a imprensa escrita não precisa ser regulamentada, deve apenas garantir direito de resposta ágil. Situação que não pode ocorrer, por exemplo, com a radiodifusão, uma vez que trata de concessões do Estado para rádios e TVs.
"No mundo inteiro, há regulamentação para evitar concentração e manipulação. No Brasil, porém, sempre que se tenta um projeto para debater a questão, os grupos de comunicação dizem que é censura e tentam demonizar o assunto. Isso é só uma tentativa de interditar um tema vital para o país: democratização da mídia", explicou Franklin.
O jornalista mencionou a "Lei de Meios", da Argentina, em comparação à legislação brasileira. "O Brasil precisa desesperadamente de regulação dos meios eletrônicos de comunicação. Mas nós não somos a Argentina e precisamos da nossa lei, com as nossas características", ponderou.
Franklin Martins também defende que a regulamentação da mídia não fere a liberdade de imprensa. "Os grupos de comunicação confundem liberdade de imprensa com liberdade de empresa", acrescentou ele.
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