Em pedalada com jornalista do "Estadão", Dilma defende ajuste fiscal

No último domingo (7/6), a presidente Dilma Rousseff disse ao Estadão que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não pode ser considerado um "Judas" por conta de sua proposta para o ajuste fiscal, que deve ser oficializada durante o 5º Congresso do Partidos dos Trabalhadores, de 11 a 13 de junho, em Salvador (BA).

Atualizado em 08/06/2015 às 15:06, por Redação Portal IMPRENSA.

Dilma Rousseff disse ao Estadão que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não pode ser considerado um "Judas" por conta de sua proposta para o ajuste fiscal, que deve ser oficializada durante o 5º Congresso do Partidos dos Trabalhadores, de 11 a 13 de junho, em Salvador (BA).

Crédito:Blog do Planalto Presidente pedalou por 45 minutos com repórter do "Estadão"
Segundo o jornal, Dilma ressaltou a necessidade do ajuste fiscal e aproveitou para defender o ministro, que vem recebendo muitas críticas nos últimos meses. "Não se pode fazer isso, criar um Judas. Isso é mais fácil. É bem típico e uma forma errada de resolver o problema", disse a presidente, após pedalar por 45 minutos com a jornalista Tania Monteiro, do Estadão .

Dilma ainda comentou sobre outros temas que estão em debate no Congresso, como os projetos de terceirização e redução da maioridade penal, o escândalo da Petrobras e as investigações acerca da Fifa.

"Eu não sou a favor [redução] por um motivo muito simples: onde ocorreu, ficou claro que isso não resultava em proteção aos jovens", disse sobre o projeto que tenta reduzir a idade penal no Brasil. Sobre o escândalo da Fifa, ela acredita que as denúncias não vão chegar ao evento realizado no país. "Não precisamos pagar ninguém para trazer a Copa para cá. Quem tiver de ser punido, que seja", comentou.