Em nota, governo de SP responde protesto do sindicato de jornalistas sobre violência policial
Em resposta à faixa do SJSP, Secretaria de Segurança Pública do estado afirmou que está tomando as medidas cabíveis.
Atualizado em 08/12/2014 às 17:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quinta-feira (4/12), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP) afixou na fachada da entidade uma faixa protestando contra a violência policial com a imprensa. Nesta segunda (8/12), a Secretaria de Segurança Pública do estado divulgou nota em resposta à manifestação da entidade.
Crédito:André Freire/SJSP SSP informa que investiga o caso é contra a violência policial
O protesto tem a ver com o relato do repórter Bruno Cassucci, do jornal Lance! , que afirma ter sido detido, revistado e agredido sob a mira de uma arma por policiais militares durante um jogo em Santos (SP). No dia 30 de novembro, ele companhava uma confusão entre torcedores e a PM no estádio da Vila Belmiro, na partida entre Santos e Botafogo.
"Gov. Alckmin. Basta de violência da PM contra jornalistas", diz a faixa de protesto do SJSP. "O que a sociedade testemunhou neste episódio foi a atuação de representantes do governo estadual agindo de forma contrária aos interesses democráticos pelos quais gerações de brasileiros lutaram", declarou a entidade em documento encaminhado ao governador Geraldo Alckmin (PSDB).
O sindicato lembrou ainda outros casos, como o do repórter fotográfico Alex Silveira, que durante manifestação de professores em São Paulo, em 2000, ficou cego pelo disparo de bala de borracha desferido pela Tropa de Choque da PM. Para o SJSP, o episódio com Cassucci lembra "a ação policial em governos autoritários" e o motivo para acontecer é "a impunidade de maus policiais".
Em resposta, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo diz que "determinou a abertura de inquérito policial militar (IPM) para apurar os fatos". O órgão diz também que teve uma reunião com o diretor regional do Sindicato, Carlos Ratton, e que chamou o repórter do Lance! para depor.
"É preciso deixar claro que a Secretaria da Segurança Pública e o Governo do Estado não toleram qualquer tipo de abuso praticado por agentes de estado. Se ficarem comprovadas as denúncias, e identificados os responsáveis, eles serão punidos na forma da lei", disse a SSP em nota.
Crédito:André Freire/SJSP SSP informa que investiga o caso é contra a violência policial
O protesto tem a ver com o relato do repórter Bruno Cassucci, do jornal Lance! , que afirma ter sido detido, revistado e agredido sob a mira de uma arma por policiais militares durante um jogo em Santos (SP). No dia 30 de novembro, ele companhava uma confusão entre torcedores e a PM no estádio da Vila Belmiro, na partida entre Santos e Botafogo.
"Gov. Alckmin. Basta de violência da PM contra jornalistas", diz a faixa de protesto do SJSP. "O que a sociedade testemunhou neste episódio foi a atuação de representantes do governo estadual agindo de forma contrária aos interesses democráticos pelos quais gerações de brasileiros lutaram", declarou a entidade em documento encaminhado ao governador Geraldo Alckmin (PSDB).
O sindicato lembrou ainda outros casos, como o do repórter fotográfico Alex Silveira, que durante manifestação de professores em São Paulo, em 2000, ficou cego pelo disparo de bala de borracha desferido pela Tropa de Choque da PM. Para o SJSP, o episódio com Cassucci lembra "a ação policial em governos autoritários" e o motivo para acontecer é "a impunidade de maus policiais".
Em resposta, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo diz que "determinou a abertura de inquérito policial militar (IPM) para apurar os fatos". O órgão diz também que teve uma reunião com o diretor regional do Sindicato, Carlos Ratton, e que chamou o repórter do Lance! para depor.
"É preciso deixar claro que a Secretaria da Segurança Pública e o Governo do Estado não toleram qualquer tipo de abuso praticado por agentes de estado. Se ficarem comprovadas as denúncias, e identificados os responsáveis, eles serão punidos na forma da lei", disse a SSP em nota.





