Em nota, ex-presidente Lula desmente matéria da “Folha de S.Paulo”

Nesta sexta-feira (28/6), a Folha de S.Paulo publicou uma matéria afirmando que o ex-presidente Lula teria criticado a maneira como Dilma Rousseff tem comandado a proposta de constituinte para reforma política no país.

Atualizado em 28/06/2013 às 12:06, por Vanessa Gonçalves.

de S.Paulo publicou uma afirmando que o ex-presidente Lula teria criticado a maneira como Dilma Rousseff tem comandado a proposta de constituinte para reforma política no país.


Crédito:Reprodução/ Facebook Presidente desmentiu frases atribuídas a ele pelo jornal


Na matéria, o jornal diz que “antigo defensor da ideia, ele [Lula] queixou-se da forma ‘atabalhoada’ como foi gestada a proposta da convocação de uma constituinte exclusiva para discutir a reforma política”. Além disso, informa que Lula também teria criticado a decisão de Dilma consultar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) antes de ouvir governistas, como o vice-presidente Michel Temer (PMDB).

Em sua página oficial no Facebook, Lula emitiu uma nota desmentindo as frases atribuídas a ela na matéria entitulada “Constituinte foi barbeiragem do governo, diz Lula a aliados”.

“São fantasiosas, sem qualquer base real, as opiniões que me foram atribuídas pela Folha de S.Paulo , em matéria publicada hoje na página 4 do jornal”, diz.

“Não fiz qualquer crítica nem em público, nem em privado à atuação da presidenta Dilma Rousseff nos recentes episódios. Ao contrário, minha convicção é de que a companheira Dilma vem liderando o governo e o país com grande competência e firmeza, ouvindo a voz das ruas, construindo soluções e abrindo caminhos para que o Brasil avance, nossa democracia se fortaleça e o processo de inclusão social se consolide”, completou o ex-presidente.

Lula termina comunicado dizendo que achou “ extraordinária sensibilidade ao propor a convocação de um plebiscito sobre a reforma política”, pois a iniciativa pode romper o impasse nessa questão, que “há décadas vem entrando e saindo da agenda nacional, sem lograr mudanças significativas”.


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