Em nota, Band desmente colunista e nega demissões em massa na equipe de Luiz Bacci

Canal destacou que as alterações na equipe já estavam previstas desde a estreia da atração

Atualizado em 18/09/2014 às 09:09, por Redação Portal IMPRENSA.

A Band negou em nota a suposta crise do programa "Tá na Tela", de Luiz Bacci, pelo colunista Ricardo Feltrin na tarde da última quarta-feira (17/9) no portal UOL. O no dia 4 de agosto.
Crédito:Divulgação Emissora desmentiu crise no programa comandado por Luiz Bacci
A nota, assinada pelo diretor-geral de conteúdo da emissora, Diego Guebel, diz que os resultados de audiência do programa contrariam a "tese de crise inventada" por Feltrin que "sem checar informações fundamentais, preferiu construir um texto irreal".
Segundo o canal, a entrada de Bacci elevou o horário de 2 para 3 pontos, alta de 50% na Grande São Paulo (SP), conforme dados do Ibope. A Band desmente também a maior audiência apontada por Feltrin - de 3,4 -, e informa que a média foi de 4,3, o que garantiu o segundo lugar.
O texto do colunista menciona audiência e faturamento baixos e erros graves cometidos ao vivo, como fatores que levaram a uma "enorme crise" da atração. De acordo com Feltrin, quase toda a cúpula da produção original pediu demissão ou foi demitida.
O colunista também afirma que o viés sensacionalista do programa estaria afugentando os patrocinadores. "O produto não se vende. A atração tem sobrevivido apenas de eventuais merchandisings - os chamados 'testemunhais'", diz um trecho da coluna.
A Band destaca que correram transições pontuais na equipe de quase 40 profissionais e diz que a missão de Rodrigo Branco, com contrato de três meses, era de implementar o programa. Segundo a emissora, o "Tá na Tela" é patrocinado pela Claro TV e conta com merchandisings de diversas empresas, o que atinge a ocupação máxima de quatro ações.
Quanto aos "erros graves", citado pelo colunista ao comentar sobre a cobertura feita horas depois da reintegração de posse do prédio do Hotel Aquarius, na Avenida São João, como se fosse ao vivo, a emissora reforça que alertou os telespectadores. "Em 12 minutos de cobertura o público foi avisado por três vezes que se tratavam de imagens recuperadas", finaliza.
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