Em editorial, jornal britânico sugere saída de Dilma e novas eleições no Brasil
Em editorial publicado no último domingo (20/3), o jornal britânico The Observer, edição dominical do Guardian, sugere que, se a p
Atualizado em 21/03/2016 às 18:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em publicado no último domingo (20/3), o jornal britânico The Observer , edição dominical do Guardian , sugere que, se a presidente Dilma Rousseff não conseguir restabelecer a calma no Brasil, ela deveria renunciar ou convocar novas eleições.
Crédito:Reprodução Jornal pediu para Dilma renunciar ou convocar eleições
A publicação diz que os escândalos de corrupção afetam a presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, líderes da oposição e muito do "establishment do país", incluindo aproximadamente um quarto dos membros do Congresso, junto com uma crise econômica.
O jornal destaca que "uma das preocupações óbvias é que esses protestos [pró e contra o governo], se não controlados, podem resultar em violência generalizada com risco de intervenção militar."
O Observer pondera que a democracia brasileira, restabelecida em 1985, "ainda não é uma planta tão robusta que não possa ser desenraizada de novo por uma combinação de fracasso político e emergência econômica generalizados".
Por fim, conclui: "o dever de Dilma é simples: se ela não pode restabelecer a calma, deve convocar novas eleições –ou sair".
Na última sexta-feira (18/3), o New York Times também divulgou editorial crítico ao Brasil. A publicação questionou a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil, classificando a medida como uma "luta por sobrevivência política". O NYT disse ainda que a explicação da presidente foi "ridícula".
Crédito:Reprodução Jornal pediu para Dilma renunciar ou convocar eleições
A publicação diz que os escândalos de corrupção afetam a presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, líderes da oposição e muito do "establishment do país", incluindo aproximadamente um quarto dos membros do Congresso, junto com uma crise econômica.
O jornal destaca que "uma das preocupações óbvias é que esses protestos [pró e contra o governo], se não controlados, podem resultar em violência generalizada com risco de intervenção militar."
O Observer pondera que a democracia brasileira, restabelecida em 1985, "ainda não é uma planta tão robusta que não possa ser desenraizada de novo por uma combinação de fracasso político e emergência econômica generalizados".
Por fim, conclui: "o dever de Dilma é simples: se ela não pode restabelecer a calma, deve convocar novas eleições –ou sair".
Na última sexta-feira (18/3), o New York Times também divulgou editorial crítico ao Brasil. A publicação questionou a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil, classificando a medida como uma "luta por sobrevivência política". O NYT disse ainda que a explicação da presidente foi "ridícula".





