Em comercial, WikiLeaks parodia Mastercard
O WikiLeaks, lançou uma propaganda em que parodia o famoso anúncio da empresa de cartões de crédito Mastercard
Atualizado em 04/07/2011 às 11:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O maior site de vazamentos de documentos sigilosos da atualidade, o , lançou uma propaganda em que parodia o famoso anúncio da empresa de cartões de crédito, Mastercard, envolvida em inúmeras ações de boicote ao portal editado por Julian Assange.
O comercial traz o editor chefe em prisão domiciliar, narrando todos os empecilhos que o site enfrenta devido às pressões do governo norte-americano. A propaganda encerra com a frase cunhada pela MasterCard : "Ver o mundo mudar por causa de seu trabalho: não tem preço".
As empresas de cartão de crédito, Visa e Mastercard, bloquearam, em dezembro de 2010, a transferência de doações para o Wikileaks. Em entrevista ao , o jornalista investigativo e porta-voz do site, Kristinn Hrafnsson, diz que isso "(...) prejudicou financeiramente. Não temos os recursos que esperamos para expandir nossa atuação". O porta-voz diz que, caso os canais não sejam reabertos, eles acionarão a Corte Europeia. "Anunciamos, na sexta-feira (1°) à noite, que demandamos da Visa e da Mastercard que reabram o canal de doações. Se não fizerem isso, tomaremos medidas legais. Juntas, as empresas detêm 96% do mercado, o que é uma violação muito séria do Tratado Europeu, artigos 101 e 102", explica Hrafnsson.
Assista ao novo comercial do WikiLeaks no vídeo abaixo:
O comercial traz o editor chefe em prisão domiciliar, narrando todos os empecilhos que o site enfrenta devido às pressões do governo norte-americano. A propaganda encerra com a frase cunhada pela MasterCard : "Ver o mundo mudar por causa de seu trabalho: não tem preço".
As empresas de cartão de crédito, Visa e Mastercard, bloquearam, em dezembro de 2010, a transferência de doações para o Wikileaks. Em entrevista ao , o jornalista investigativo e porta-voz do site, Kristinn Hrafnsson, diz que isso "(...) prejudicou financeiramente. Não temos os recursos que esperamos para expandir nossa atuação". O porta-voz diz que, caso os canais não sejam reabertos, eles acionarão a Corte Europeia. "Anunciamos, na sexta-feira (1°) à noite, que demandamos da Visa e da Mastercard que reabram o canal de doações. Se não fizerem isso, tomaremos medidas legais. Juntas, as empresas detêm 96% do mercado, o que é uma violação muito séria do Tratado Europeu, artigos 101 e 102", explica Hrafnsson.
Assista ao novo comercial do WikiLeaks no vídeo abaixo:





