Em carta de renúncia, ministro culpa Veja e Folha por "pretensas" denúncias
Depois de ter sido acusado de viajar em jatos particulares de empresas de agronegócios, denúncias realizadas por publicações como a Veja e a
Atualizado em 18/08/2011 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Folha, o ministro da Agricultura Wagner Rossi (PMDB) renunciou ao cargo na noite da última quarta-feira (17), informa a Folha de S.Paulo.
Em sua carta de demissão, Rossi afirma que sua renúncia deveu-se à campanha negativa empreendida pela imprensa, que agiu de má-fé, motivada por inimigos políticos. "Só um político brasileiro tem a capacidade de pautar a Veja e a Folha e de acumular tantas maldades fazendo com que reiterem e requentem mentiras e matérias que não se sustentam por tantos dias", escreveu em sua carta, sem mencionar o tal político.
Segundo o ex-ministro, ele apresentou documentos que comprovavam sua inocência, mas que foram "ignorados pela imprensa". Conforme Rossi, as denúncias feitas a ele e outros ministros foram veiculadas com a intenção de mostrar um suposto escândalo. "Faziam um enorme número de pretensas 'denúncias' para que o leitor tivesse a falsa impressão de escândalo, de descontrole administrativo, descalabro...".
Wagner Rossi é o quarto ministro do governo Dilma a deixar o cargo devido a denúncias de corrupção e uso indevido de verba pública. O ex-ministro da Defesa Nelson Jobim caiu após criticar colegas do governo em entrevista à revista Piauí. Antônio Palocci, da Casa Civil, e Alfredo Nascimento, dos Transportes, caíram depois de veículos como Folha, Veja e IstoÉ veicularam reportagens denunciando enriquecimento indevido e corrupção.
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Em sua carta de demissão, Rossi afirma que sua renúncia deveu-se à campanha negativa empreendida pela imprensa, que agiu de má-fé, motivada por inimigos políticos. "Só um político brasileiro tem a capacidade de pautar a Veja e a Folha e de acumular tantas maldades fazendo com que reiterem e requentem mentiras e matérias que não se sustentam por tantos dias", escreveu em sua carta, sem mencionar o tal político.
Segundo o ex-ministro, ele apresentou documentos que comprovavam sua inocência, mas que foram "ignorados pela imprensa". Conforme Rossi, as denúncias feitas a ele e outros ministros foram veiculadas com a intenção de mostrar um suposto escândalo. "Faziam um enorme número de pretensas 'denúncias' para que o leitor tivesse a falsa impressão de escândalo, de descontrole administrativo, descalabro...".
Wagner Rossi é o quarto ministro do governo Dilma a deixar o cargo devido a denúncias de corrupção e uso indevido de verba pública. O ex-ministro da Defesa Nelson Jobim caiu após criticar colegas do governo em entrevista à revista Piauí. Antônio Palocci, da Casa Civil, e Alfredo Nascimento, dos Transportes, caíram depois de veículos como Folha, Veja e IstoÉ veicularam reportagens denunciando enriquecimento indevido e corrupção.
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