Em carta ao editor, Renan Calheiros rebate matéria do "Estadão" sobre doações ao PMDB
Matéria refere-se à eleição de 2010 em Alagoas, quando Calheiros disputou novamente a reeleição para o Senado
Atualizado em 12/11/2014 às 11:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), enviou uma carta ao editor do jornal O Estado de São Paulo para rebater a "Grupo acusado de fraude em licitação da Transpetro financiou PMDB de Renan”, publicada na edição da última terça-feira (11/11).
Crédito:Agência Senado Renan Calheiros responde reportagem do "Estadão" em carta ao editor do jornal
O texto refere-se à eleição de 2010 em Alagoas, quando Calheiros disputou novamente a reeleição para o Senado Federal. Na carta enviada à publicação, o político defende a legalidade das doações feitas ao diretório estadual do partido.
Segundo ele, a empresa citada venceu um processo licitatório pelo menor preço. "É a lei", escreveu. Calheiros pondera ainda que o contrato foi auditado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e nenhuma irregularidade foi apontada. Também observa que a empresa fez diversas doações eleitorais declaradas.
"Diante da clareza das informações, veiculadas para reacender suspeição, estamos diante de uma denúncia da legalidade. Não é cabível outra interpretação. Tudo como manda a Lei", completa Calheiros.
O Estadão publicou a resposta do político e disse que ele já havia sido procurado pela reportagem desde a última quinta-feira (6/11), mas não se pronunciou sobre as denúncias. O jornal também reforçou o rigor na apuração da matéria.
Crédito:Agência Senado Renan Calheiros responde reportagem do "Estadão" em carta ao editor do jornal
O texto refere-se à eleição de 2010 em Alagoas, quando Calheiros disputou novamente a reeleição para o Senado Federal. Na carta enviada à publicação, o político defende a legalidade das doações feitas ao diretório estadual do partido.
Segundo ele, a empresa citada venceu um processo licitatório pelo menor preço. "É a lei", escreveu. Calheiros pondera ainda que o contrato foi auditado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e nenhuma irregularidade foi apontada. Também observa que a empresa fez diversas doações eleitorais declaradas.
"Diante da clareza das informações, veiculadas para reacender suspeição, estamos diante de uma denúncia da legalidade. Não é cabível outra interpretação. Tudo como manda a Lei", completa Calheiros.
O Estadão publicou a resposta do político e disse que ele já havia sido procurado pela reportagem desde a última quinta-feira (6/11), mas não se pronunciou sobre as denúncias. O jornal também reforçou o rigor na apuração da matéria.





