Em carta à redação, editor-executivo da "Folha" explica demissões e ajustes no jornal
Na última quinta-feira (9/4), o jornal Folha de S.Paulo iniciou um processo de demissões que atingiram 50 profissionais. Em cartaenviada à redação na última segunda-feira (13/4), o editor-executivo, Sérgio Dávila, explicou, sem citar números, que a redução da equipe é efeito da crise econômica que afeta o país e atinge a publicidade.
Atualizado em 14/04/2015 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
jornal iniciou um processo de demissões que atingiram 50 profissionais. Em carta enviada à redação na última segunda-feira (13/4), o editor-executivo, Sérgio Dávila, explicou, sem citar números, que a redução da equipe é efeito da crise econômica que afeta o país e atinge a publicidade.
Crédito:Reprodução Editor-executivo da "Folha" explicou demissões e ajustes no jornal
"As negociações entre o comando da redação e a empresa duraram semanas e tentaram preservar ao máximo os jornalistas. Em alguns casos, os cortes, sempre o último recurso, foram feitos em comum acordo com o profissional", pondera Dávlia.
IMPRENSA apurou que Diógenes Campanha, da Agência Folha; Rodrigo Machado e Bia Bittencourt, da TV Folha; e Paulo Peixoto, correspondente em Belo Horizonte (MG); Luisa Alcântara, editora de "Turismo", e Giovanna Balogh, de "Cotidiano", Keila Jimenez, do "Outro Canal", o fotógrafo Apu Gomes, Matheus Benato, de "Esporte", estão na lista de demitidos.
Da sucursal de Brasília saíram Severino Motta e Sérgio Lima, enquanto do Rio de Janeiro foram cortados Pedro Soares e Fernanda Godoy, que foram consultados pela direção do diário e aceitaram sair. Além deles, sete profissionais do banco de dados deixam o jornal e uma vaga no setor foi fechada
Além da redução do quadro de funcionários, a Folha também promoveu mudanças estruturais com o reagrupamento de editorias de equipes menores em núcleos maiores, como "Ciência e Saúde", que passaram para "Cotidiano"; "F5", que se incorporou à "Ilustrada"; e "Comida", "Folhinha" e "Turismo", agora juntos em "Semanais".
Explicação
Segundo Dávila, algumas áreas estratégicas do jornal não foram afetadas, como a reportagem da Secretaria, que ganhou um novo integrante; a área digital, que sofreu uma reordenação interna, e o colunismo.
O editor-executivo informa também que reformas "morfológicas" são debatidas e devem ser anunciadas nos próximos dias, na tentativa de tornar o jornal mais "eficiente para atender as demandas do leitor bem como otimizar o funcionamento da redação". As medidas, entretanto, não resultarão em novas demissões. "Por mais dolorosos que sejam os cortes — e eles sempre o são — , o objetivo é adequar o jornal para os tempos atuais, de extrema competitividade pela atenção do leitor e pela verba publicitária", finaliza.
Crédito:Reprodução Editor-executivo da "Folha" explicou demissões e ajustes no jornal
"As negociações entre o comando da redação e a empresa duraram semanas e tentaram preservar ao máximo os jornalistas. Em alguns casos, os cortes, sempre o último recurso, foram feitos em comum acordo com o profissional", pondera Dávlia.
IMPRENSA apurou que Diógenes Campanha, da Agência Folha; Rodrigo Machado e Bia Bittencourt, da TV Folha; e Paulo Peixoto, correspondente em Belo Horizonte (MG); Luisa Alcântara, editora de "Turismo", e Giovanna Balogh, de "Cotidiano", Keila Jimenez, do "Outro Canal", o fotógrafo Apu Gomes, Matheus Benato, de "Esporte", estão na lista de demitidos.
Da sucursal de Brasília saíram Severino Motta e Sérgio Lima, enquanto do Rio de Janeiro foram cortados Pedro Soares e Fernanda Godoy, que foram consultados pela direção do diário e aceitaram sair. Além deles, sete profissionais do banco de dados deixam o jornal e uma vaga no setor foi fechada
Além da redução do quadro de funcionários, a Folha também promoveu mudanças estruturais com o reagrupamento de editorias de equipes menores em núcleos maiores, como "Ciência e Saúde", que passaram para "Cotidiano"; "F5", que se incorporou à "Ilustrada"; e "Comida", "Folhinha" e "Turismo", agora juntos em "Semanais".
Explicação
Segundo Dávila, algumas áreas estratégicas do jornal não foram afetadas, como a reportagem da Secretaria, que ganhou um novo integrante; a área digital, que sofreu uma reordenação interna, e o colunismo.
O editor-executivo informa também que reformas "morfológicas" são debatidas e devem ser anunciadas nos próximos dias, na tentativa de tornar o jornal mais "eficiente para atender as demandas do leitor bem como otimizar o funcionamento da redação". As medidas, entretanto, não resultarão em novas demissões. "Por mais dolorosos que sejam os cortes — e eles sempre o são — , o objetivo é adequar o jornal para os tempos atuais, de extrema competitividade pela atenção do leitor e pela verba publicitária", finaliza.





