Em artigo no "Times", Obama e Cameron dizem que "não serão intimidados por assassinos’"
Presidente norte-americano e primeiro ministro britânico escrevem artigo para jornal em que criticam ações do grupo Estado Islâmico (EI).
Atualizado em 05/09/2014 às 15:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A execução sumária de dois jornalistas norte-americanos e a recente ameaça de mais uma morte pode iniciar uma nova coalização internacional contra o grupo extremista Estado Islâmico (EI). O The Times publicou um do presidente Barack Obama e do primeiro-ministro David Cameron em que afirmam que seus países não se deixarão ser intimidados pelas retaliações do EI. O artigo estampou a capa do impresso inglês na edição da última quinta-feira (4/9).
Crédito:Reprodução Artigo de Obama e Cameron saiu na capa do "The Times"
Segundo O Globo , o grupo extremista ameaçou executar um funcionário de uma organização humanitária britânica. “Seremos mais diretos na defesa dos nossos valores, sobretudo porque um mundo com mais liberdades é fundamental para manter a segurança dos nossos povos”, diz um dos trechos do artigo.
“Se os terroristas pensam que ficaremos enfraquecidos diante de suas ameaças, estão enganados. Países como Reino Unido e Estados Unidos não serão intimidados por assassinos”, afirmam. O texto foi publicado no mesmo dia em que a administração da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) se reúne em Gales para discutir, entre outros assuntos, a ameaça do EI e a crise da Ucrânia.
A situação ganhou regime de urgência por conta do avanço do grupo extremista na Síria e no Iraque, e passou dos limites devido à decapitação dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff nas últimas semanas. Eles foram sequestrados na Síria e tiveram suas execuções filmadas em vídeo. O terceiro refém, o britânico David Haines Cawthorne, estaria marcado para morrer da mesma forma.
Crédito:Reprodução Artigo de Obama e Cameron saiu na capa do "The Times"
Segundo O Globo , o grupo extremista ameaçou executar um funcionário de uma organização humanitária britânica. “Seremos mais diretos na defesa dos nossos valores, sobretudo porque um mundo com mais liberdades é fundamental para manter a segurança dos nossos povos”, diz um dos trechos do artigo.
“Se os terroristas pensam que ficaremos enfraquecidos diante de suas ameaças, estão enganados. Países como Reino Unido e Estados Unidos não serão intimidados por assassinos”, afirmam. O texto foi publicado no mesmo dia em que a administração da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) se reúne em Gales para discutir, entre outros assuntos, a ameaça do EI e a crise da Ucrânia.
A situação ganhou regime de urgência por conta do avanço do grupo extremista na Síria e no Iraque, e passou dos limites devido à decapitação dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff nas últimas semanas. Eles foram sequestrados na Síria e tiveram suas execuções filmadas em vídeo. O terceiro refém, o britânico David Haines Cawthorne, estaria marcado para morrer da mesma forma.





