Eleitores americanos residentes em outros países votam pela Internet
Eleitores americanos residentes em outros países votam pela Internet
Quase 6 milhões de eleitores americanos que vivem fora do país puderam participar das prévias das eleições para os candidatos à presidência dos Estados Unidos, realizadas na última terça-feira, em 24 estados. Com um sistema de votos pela Internet, o número dos que votaram em 2007 aumentou sete vezes em relação à 2004, quando o voto virtual ainda não era permitido.
Lori Steele, executiva-chefe da Everyone Counts, companhia da Califórnia com experiência em várias eleições online no Reino Unido, afirmou que o processo de votação online "está indo muito bem". Nesta quarta-feira, 06, a empresa enviou um código aos eleitores registrados previamente na página da organização Democrats Abroad, por meio do qual poderão escolher seus representantes. Os votos são codificados automaticamente pelo computador e, em uma semana, serão decodificados e contabilizados.
Muitos eleitores costumam votar também por correspondência, embora essa modalidade traga alguns problemas: os votos podem ser desperdiçados. Há um mês, milhões de americanos enviaram suas cédulas para a votação da Superterça, mas quem escolheu o democrata John Edwards ou o republicano Rudolph Giulani, por exemplo, perdeu o voto, já que ambos abandonaram a corrida eleitoral.
Especialistas consideram esta opção muito popular por ser cômoda, apesar do risco de o eleitor mudar de idéia antes do dia das eleições ou de votar em um candidato que desiste de concorrer. Só na Califórnia, calcula-se que mais de 4 milhões de pessoas votaram por correspondência nas primárias, quase metade do eleitorado do estado.
Com informações da EFE.






