Egito promulga lei que multa e suspende jornalistas por publicação de notícias "falsas"
O presidente do Egito, Abdel Fatah al-Sissi, promulgou no último domingo (16/8) uma lei que estipula multas e a possível suspensão de qualquer jornalista que publicar reportagens com informações diferentes da versão oficial sobre ataques efetuados por extremistas.
Atualizado em 17/08/2015 às 11:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Fatah al-Sissi, promulgou no último domingo (16/8) uma lei que estipula multas e a possível suspensão de qualquer jornalista que publicar reportagens com informações diferentes da versão oficial sobre ataques efetuados por extremistas.
Crédito:Divulgação Regra imposta por Abdel Fatah al-Sissi tenta manter publicação apenas de versão oficial dos fatos
De acordo com O Globo , a ratificação da lei foi adiantada após o atentado com um carro-bomba que matou o promotor-geral do país, no fim de junho, seguido de um ataque de jihadistas na Península do Sinai.
A multa mínima estipulada para veículos de comunicação e jornalistas condenados pela nova lei é de 200 mil libras egípcias (R$ 86 mil) e pode chegar a até 500 mil libras (R$ 215 mil), em casos de informações sobre ataques e operações contra combatentes islamitas consideradas "falsas" pelo governo.
Ao apresentar a mudança na norma foram propostas inclusive penas de prisão, mas o governo voltou atrás depois de uma mobilização dos meios de comunicação egípcios. Os sindicatos da classe criticaram a lei e destacaram que as multas podem forçar o fechamento de jornais pequenos, além de levar veículos com mais recursos a deixar de informar de modo independente.
Crédito:Divulgação Regra imposta por Abdel Fatah al-Sissi tenta manter publicação apenas de versão oficial dos fatos
De acordo com O Globo , a ratificação da lei foi adiantada após o atentado com um carro-bomba que matou o promotor-geral do país, no fim de junho, seguido de um ataque de jihadistas na Península do Sinai.
A multa mínima estipulada para veículos de comunicação e jornalistas condenados pela nova lei é de 200 mil libras egípcias (R$ 86 mil) e pode chegar a até 500 mil libras (R$ 215 mil), em casos de informações sobre ataques e operações contra combatentes islamitas consideradas "falsas" pelo governo.
Ao apresentar a mudança na norma foram propostas inclusive penas de prisão, mas o governo voltou atrás depois de uma mobilização dos meios de comunicação egípcios. Os sindicatos da classe criticaram a lei e destacaram que as multas podem forçar o fechamento de jornais pequenos, além de levar veículos com mais recursos a deixar de informar de modo independente.





